Professores e estudantes da UnB criam fungicida para combater ferrugem asiática da soja

Projeto faz parte do Programa Antártico Brasileiro, que explora a biodiversidade única do continente gelado

Pesquisadores do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (IB/UnB) estão trabalhando no desenvolvimento de um fungicida inovador capaz de combater a ferrugem asiática, uma das principais pragas que afetam as lavouras de soja no Brasil e em várias outras partes do mundo. O trabalho é parte do Programa Antártico Brasileiro (ProAntar), um dos projetos científicos mais longevos do país, com mais de 40 anos de pesquisas contínuas.

A ferrugem asiática da soja, causada por um fungo, pode reduzir em até 50% a produtividade das lavouras, gerando enormes prejuízos econômicos ao setor agrícola. O novo fungicida, que está em desenvolvimento, é baseado em substâncias encontradas em fungos da Antártica e tem grande potencial para inibir o crescimento dessa praga. “Os fungos da Antártica têm propriedades que podem ser chave para reduzir as perdas financeiras na agricultura brasileira”, afirma o professor Paulo Câmara, coordenador da pesquisa na UnB.

O ProAntar é um esforço multidisciplinar, com a participação de universidades e institutos de todo o Brasil. Desde 2013, a UnB vem integrando essa equipe de pesquisadores que investigam o ecossistema único do continente antártico, explorando a rica biodiversidade local para encontrar soluções inovadoras para a agricultura, a medicina e outras áreas. Esta é a terceira vez que a UnB participa do programa, após ser selecionada por editais do CNPq, responsável pelo financiamento do projeto.

A pesquisa atual, que se estenderá até 2027, conta com o apoio financeiro do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), vinculada à UnB. A Finatec atua na gestão financeira e administrativa do projeto, enquanto a CAPES apoia os bolsistas envolvidos na pesquisa.

Antártica: um laboratório natural para o futuro

Paulo Câmara destaca que a Antártica possui um potencial biológico e mineral incomparável, com a capacidade de oferecer soluções para uma série de problemas globais. O continente ainda é pouco estudado, especialmente no que diz respeito à diversidade de fungos. “Atualmente, conhecemos apenas cerca de 100 mil espécies de fungos, mas estima-se que possam existir até cinco milhões de espécies no planeta. A Antártica, com seu ambiente extremo, pode abrigar microrganismos com capacidades únicas, ainda desconhecidas pela ciência”, explica o professor.

Marcelo Jatobá / Secom UnB

O estudo da vegetação e dos organismos que sobrevivem no clima rigoroso do continente antártico é uma das áreas centrais de pesquisa do ProAntar. A equipe da UnB, composta por professores, pesquisadores e estudantes, realiza coletas e análises durante as expedições, tanto a bordo de navios da Marinha do Brasil quanto na Estação Antártica Comandante Ferraz. A estação, que foi reconstruída recentemente, é agora a terceira maior e uma das mais modernas do mundo, especialmente em termos de infraestrutura laboratorial.

Impacto na agricultura e na ciência brasileira

A descoberta de novos insumos agrícolas, como esse fungicida, promete revolucionar a forma como o Brasil lida com a ferrugem asiática e outras pragas que afetam a produção de soja, uma das commodities mais importantes da economia nacional. A redução de até 50% das perdas na colheita poderá gerar ganhos significativos para os produtores e contribuir para a segurança alimentar global.

O projeto da UnB na Antártica não se limita à pesquisa agrícola. Ele também faz parte de um grande esforço de estudos sobre a biodiversidade, o clima, a geologia e a vida marinha na região, envolvendo temas como mudanças climáticas, conservação de espécies ameaçadas (como baleias e pinguins) e o monitoramento das geleiras.

Marcelo Jatobá / Secom UnB

A participação da UnB no ProAntar reforça o papel da universidade como um dos principais centros de pesquisa do Brasil, alinhada com os grandes desafios globais, como a sustentabilidade e a inovação tecnológica. Além de explorar a biodiversidade da Antártica, a equipe busca desenvolver soluções que possam ser aplicadas em diferentes áreas da ciência e tecnologia, melhorando a vida dos brasileiros e contribuindo para o avanço da pesquisa internacional.

Conacessi Andifes realizou seu primeiro seminário como órgão assessor da Andifes

O Colégio de Gestores de Núcleos de Acessibilidade das Universidades Federais (Conacessi Andifes) está promovendo seu primeiro seminário como órgão assessor da Andifes, no auditório da Finatec. A mesa de abertura contou com a presença de Lívia Leite, secretária executiva da Andifes, representando o presidente da entidade, reitor José Daniel Diniz Melo (UFRN); Ileno Izídio da Costa, decano do Decanato de Assuntos Comunitários da UnB; e os coordenadores regionais do Conacessi: Arlete Gonçalves (UFPA), Sinara Pollom Zardo (UnB), Adriana Arioli (UFRGS), Marcelo Dias de Santana (UFOP) e Lavínia Teixeira (UFS).

Este evento marca um momento significativo para as universidades federais e para a Andifes, que agora conta com um fórum de especialistas para contribuir ativamente na formulação de políticas públicas nacionais voltadas para a acessibilidade e inclusão no ensino superior.
O colegiado tem como atribuições assessorar a Andifes na criação de diretrizes e metas, além de mapear as necessidades das universidades no campo da acessibilidade para estudantes e servidores, sejam docentes ou técnicos. O seminário também serve como um espaço de troca de experiências, fortalecimento de redes de colaboração e diálogo contínuo com o poder público, visando a construção de uma educação superior mais equitativa e acessível para todos.

Fonte: https://www.andifes.org.br/2024/10/23/colegio-de-gestores-de-nucleos-de-acessibilidade-das-universidades-federais-realiza-primeiro-seminario-como-orgao-assessor-da-andifes/

Veja as fotos do evento:

Nota de Falecimento | Prof. Milton Luiz Siqueira

É com grande pesar que informamos o falecimento do professor Milton Luiz Siqueira, instituidor da Finatec, ocorrido ontem, sexta (25).

A Finatec nasceu do sonho e do esforço conjunto de Milton e de seus onze colegas da UnB, que acreditaram na importância de criar uma fundação dedicada ao avanço da ciência e da tecnologia.

Engenheiro Mecânico pela Universidade de Brasília, com mestrado e doutorado em Engenharia Mecânica pela UFSCar, o professor Milton foi uma referência em materiais e processos de fabricação. Ao longo de sua carreira, lecionou disciplinas essenciais como Análise Experimental de Tensões, Processos de Fabricação e Robótica Industrial, impactando profundamente a formação de futuros engenheiros.

Expressamos nossas condolências e solidariedade aos familiares e amigos, agradecendo por sua contribuição e legado, que continuarão a guiar nossas iniciativas em ciência e tecnologia.

Finatec – Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos

CI Inovador: Finatec é parceira do programa de residência em microeletrônica oferecido pelo MCTI e coordenado pela Softex

Descrito como uma “imersão aprofundada para formar profissionais altamente qualificados em microeletrônica” o CI Inovador nasceu para atender a demanda crescente do mercado por profissionais da área de semicondutores e microeletrônica, sendo uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI coordenada pela Softex e em parceria com as instituições de ensino mais renomadas do Brasil.

O programa oferece uma residência nas trilhas de Sistemas Digitais e Sistemas Analógicos, com bolsa de estudo e custeio das passagens aéreas para a fase internacional. Além disso, todas as trilhas incluem temas de gestão e empreendedorismo, proporcionando uma imersão completa para formar profissionais altamente qualificados e fortalecer o ecossistema nacional do setor.

“A proposta do edital era criar alguns centros de excelência e capacitação tecnológica na área de microeletrônica. E nós concorremos com uma proposta, que ao invés de um centro localizado, propomos cinco centros espalhados no país, com 5 universidades parceiras. A gestão é feita pela Universidade Federal de Santa Marta e conta com a participação da Universidade de Brasília, Universidade Federal do Paraná, Universidade Federal de Campina Grande e a Universidade Federal do Ceará, cada um com a sua expertise na formação. A UnB ficará responsável pela área de circuitos analógicos.”, explica o Professor Sandro Haddad, Coordenador do Polo de Brasília/UnB do projeto do CI Inovador.

A fase de Capacitação do CI Inovador tem duração de 6 meses e prevê entrega de certificado para os estudantes aprovados. Após a conclusão dessa primeira etapa, os alunos com melhor desempenho serão selecionados para a Vivência Internacional e, posteriormente, os que se destacarem seguirão para a fase In Company.

O coordenador explica que as fases do CI Inovador são uma grande oportunidade para os alunos se desenvolverem. “A expectativa é muito grande porque é um projeto do MCTI que chama muita atenção, principalmente das empresas que trabalham na área, do Brasil e fora. Então as empresas estão de olho, para poder absorver essa mão de obra. Os alunos já estão cientes que vai ser muito trabalho para preparar eles para o mercado de trabalho já. Não é só um curso teórico, é realmente um curso muito prático.”, explica Haddad. 

“A Finatec é uma grande parceira, né?!”

A Finatec tem um papel fundamental para a viabilização das atividades do polo de Brasília. A Fundação disponibilizou o espaço para que o laboratório fosse mobilizado e as aulas pudessem ter uma estrutura adequada. “Eu agradeço muito o apoio, especialmente para o professor Augusto Brasil, que ficou sabendo do projeto quando já estava submetido e abraçou a ideia. Eu precisaria ter um espaço dedicado ao projeto, tinha a infraestrutura computacional e precisava ter esse apoio logístico de infraestrutura. E ele cedeu esse espaço em parceria.”, exclama o Coordenador do Polo de Brasília/UnB do projeto do CI Inovador.

Se a Finatec desejar realizar outros cursos de capacitação, os computadores estão disponíveis, como uma via de mão dupla. “Só tem elogio! Toda a equipe técnica e gestora da Finatec, realmente dão atenção muito grande, a parte de TI hoje nos ajudou a fazer toda a configuração das máquinas, tivemos suporte total, cabeamento, rede está funcionando perfeitamente. A gente fez uma configuração para o servidor que está em outro ambiente bem climatizado da própria Finatec, para ele acessar o software, pode destacar que não temos nada do que reclamar, pelo contrário”, finaliza o Professor Sandro Haddad, Coordenador do Polo de Brasília/UnB do projeto do CI Inovador.

Start!

A Universidade Federal de Santa Maria, promoveu hoje (15) a aula inaugural (presencial/virtual) do Curso de Especialização em Microeletrônica – Lato Sensus, no Anfiteatro do INPE/Santa Maria/RS.

O curso é o produto do CI Inovador e será executado pela UFSM em parceria com a UFPR, UnB, UFCG e UFC e conta com financiamento do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo Federal.

Na ocasião houve o Painel “As Novas Oportunidades para Microeletrônica no Brasil e no Mundo” e contou com a participação representantes presenciais do MCTI, CEITEC, Secretaria de Ciência e Tecnologia e Inovação do RS, ABISEMI, ABINEE-RS, SOFTEX e ENsilica LTDA.

*Com informações do CI Inovador.

Ciberlab realiza evento para discutir Gestão de Talentos em Cibersegurança na Era da Inteligência Artificial

O evento foi promovido com a curadoria da Finatec e da Aware

Na era digital, onde as ameaças cibernéticas evoluem com uma rapidez sem precedentes, a segurança da informação tornou-se uma prioridade estratégica para empresas de todos os setores. A ascensão da Inteligência Artificial (IA) adicionou uma camada adicional de complexidade ao cenário, com novas oportunidades para a automação de defesas, mas também com novos riscos que desabilitaram habilidades especializadas.

Nesse contexto, a gestão de talentos em cibersegurança enfrenta desafios sem precedentes. Além de identificar e atrair profissionais, é essencial desenvolver um ambiente de constante aprendizado e inovação, onde as equipes possam utilizar ferramentas avançadas de IA para prever, detectar e mitigar alterações de forma proativa.

Na última sexta-feira, 1 de outubro, o CYBERLAB promoveu o evento remoto sobre Gestão de Talentos em Cibersegurança na Era da Inteligência Artificial, o Cyberlegion, com a organização da Finatec e pela empresa Aware.

Estiveram presentes presencialmente o diretor-presidente da Finatec, professor Augusto Brasil, o diretor da empresa Aware, Humberto Ribeiro, a comandante da Escola Superior de Defesa, Major-Brigadeiro Carla Lyrio Martins, a conselheira do Comitê de Defesa e Segurança Cibernética da Presidência da República, Dra. Glória Guimarães e o coordenador do Centro de Inteligência e Governança Digital (CIGOD/UnB), Professor Rildo Santos. 

Além deles, o Filipe Beato, PhD e líder do Centre for Cybersecurity do World Economic Forum, em Genebra, Suíça apresentou de forma remota o Strategic Cybersecurity Talent Framework, um estudo desenvolvido por 50 instituições públicas e privadas. 

Apresentado pela primeira vez em portugês, o estudo aborda os quatro pilares essenciais para o desenvolvimento de um modelo estratégico de gestão de talentos em cibersegurança, proporcionando uma visão global sobre o tema e trazendo insights valiosos para profissionais e empresas interessadas em aprimorar suas práticas de segurança digital.

Na abertura, o diretor presidente da Finatec destaca a proposta do evento: “A inteligência artificial é um tsunami, que vai pegar toda a sociedade, resta saber como vamos nos preparar para esse tsunami.  Quais ações precisamos fazer para lidar com tudo isso. Esse evento é uma ferramenta para discutirmos como a cibersegurança vai lidar com essas questões e gerir os talentos que fazem toda essa gestão.”, explica o professor Augusto Brasil, diretor presidente da Finatec.  

Na ocasião, foi lançada uma comunidade de profissionais interessados em discutir sobre cibersegurança na era Inteligência Artificial, a Cyberlegion. “Aqueles que têm interesse no assunto, podem se conectar conosco para usar do ambiente do CIBERLAB e fomentar essa conversa.”, explica Humberto Ribeiro, diretor da Aware.

O especialista Filipe Beato, Líder do “Centre for Cybersecurity” do World Economic Forum, destaca que “Cada vez há mais necessidade de proteger esse ambiente digital para evitar alguns contratempos e alguns problemas no futuro, nós no fórum fizemos vários estudos e temos o nosso relatório anual do ano passado aponta que mais de 52% dessas empresas entrevistadas do setor público tem uma falta de de profissionais na área de cibersegurança e essa falta é de várias maneiras apresenta vários desafios.”

Coordenador do Centro de Inteligência e Governança Digital (CIGOD/UnB), o professor Rildo Santos destaca o papel da universidade no cenário de preparar os jovens para o mercado da cibersegurança. “A gente forma profissionais com diversas veias, desde o gestor que vai atuar de forma estratégica, até aquele cara especializado em tecnologia, aquele cara que faz a pesquisa sobre possíveis métodos e que talvez o mercado talvez olhe e pense “esse cara que é muito acadêmico”, mas ele serve como sendo aquele que vai trabalhar eventualmente numa empresa de desenvolvimento dos produtos que vão ser utilizados em outras empresas para proteger o seu ativo digital, então o que que a universidade entrega são diversos talento”.

Quer assistir a transmissão do evento:

Acesse as fotos do evento:

Edital para eleição de novos membros do Conselho Superior – 2024/2026

A Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos – FINATEC – comunica que seu Conselho Superior se reunirá, conforme as atribuições estabelecidas pelo artigo 10, inciso VIII do Estatuto, para eleger quatro novos membros.

Convidamos integrantes da comunidade acadêmica, científica, tecnológica e empresarial, que compartilhem dos objetivos da Fundação, a se candidatar para as vagas. O cargo é de caráter voluntário e não remunerado.

Os interessados devem encaminhar uma carta de manifestação de interesse, acompanhada do Curriculum Vitae, para o e-mail finatec@finatec.org.br, até o dia 09/11/2023.

O resultado da eleição será divulgado no site da Finatec.
Para mais informações, entre em contato pelo e-mail finatec@finatec.org.br.

Resultado da eleição

  • Prof.º Taygoara Felamingo de Oliveira
  • Prof.º Sébastien Roland Marie Joseph Rondineau
  • Prof.ª Doriana Daroit
  • Dr.º Gilmar dos Santos Marques

Conheça os novos modelos em gestão de Cibersegurança no evento inédito promovido pela UnB e Finatec

Na próxima quinta-feira, dia 10 de outubro, acontecerá um evento inédito e gratuito sobre Gestão de Talentos em Cibersegurança na Era da Inteligência Artificial, promovido pela Finatec e pela empresa Aware. O encontro acontecerá na Finatec, localizada no Campus Darcy Ribeiro, e as inscrições, que são gratuitas, podem ser realizadas até 24 horas antes do início do evento.

Os interessados podem optar por participar de forma presencial ou na modalidade online, e as inscrições devem ser feitas diretamente na sede da Finatec ou pelo link oficial do evento: Sympla – Cyberlegion: Gestão de Talentos em Cibersegurança na Era da IA.

Programação e destaques

O evento terá início às 10h, com a abertura oficial conduzida pelo diretor-presidente da Finatec, professor Augusto Brasil, e pelo diretor da empresa Aware, Humberto Ribeiro. O ponto alto da programação será a apresentação do Strategic Cybersecurity Talent Framework, um estudo desenvolvido por 50 instituições públicas e privadas, que será apresentado pelo professor Filipe Beato, PhD e líder do Centre for Cybersecurity do World Economic Forum, em Genebra, Suíça.

O estudo abordará os quatro pilares essenciais para o desenvolvimento de um modelo estratégico de gestão de talentos em cibersegurança, proporcionando uma visão global sobre o tema e trazendo insights valiosos para profissionais e empresas interessadas em aprimorar suas práticas de segurança digital.

Painel de especialistas

Após a apresentação de Filipe Beato, um painel composto por grandes nomes da área de segurança digital no Brasil irá debater os desafios e as perspectivas para o setor. Entre os participantes, estão:

            • Major-Brigadeiro Carla Lyrio Martins, comandante da Escola Superior de Defesa;

            • Professor Rildo Santos, coordenador do Centro de Inteligência e Governança Digital (CIGOD/UnB);

            • Dra. Glória Guimarães, conselheira do Comitê de Defesa e Segurança Cibernética da Presidência da República.

A mesa de debate proporcionará aos participantes uma visão completa e integrada sobre o futuro da cibersegurança e a importância de um modelo eficiente de gestão de talentos no contexto da transformação digital.

Parcerias e organização

O evento é organizado pelo Ciberlab, um hub da UnB/CIGOD, Finatec e Aware. A iniciativa reforça a importância de preparar profissionais capacitados para lidar com as crescentes demandas em segurança cibernética, destacando o papel da academia e das empresas no desenvolvimento de estratégias conjuntas para enfrentar as ameaças digitais.

UnB e FAPDF desenvolvem estratégias para melhorar a segurança e reduzir a violência no DF

Com o objetivo de reforçar a segurança pública e reduzir os índices de violência no Distrito Federal, a Universidade de Brasília (UnB), em parceria com a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), deu início a um projeto inovador para mapear problemas e propor soluções práticas. A iniciativa é coordenada pelo Núcleo de Estudos sobre Violência e Segurança (NEVIS), do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares da UnB (CEAM), e conta com apoio da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), que gerencia a parte administrativa e financeira.

Segundo o professor Arthur Trindade, coordenador do projeto, o trabalho já começou a gerar resultados. Em uma das etapas iniciais, foi realizado o seminário “O Medo do Crime no Distrito Federal”, que apresentou os primeiros diagnósticos sobre a percepção de insegurança da população e a efetividade das políticas de segurança. “O evento foi um sucesso e trouxe insights valiosos para direcionar nossas próximas ações”, destaca.

O projeto, que teve início em janeiro de 2024 e seguirá até dezembro de 2025, será desenvolvido em quatro etapas. A primeira, já concluída, analisou os dados das Pesquisas Distritais de Vitimização (2015 e 2018) e os resultados de pesquisas de satisfação sobre o atendimento emergencial. Agora, a equipe se concentra na segunda fase, com a criação de um planejamento estratégico para ouvir a comunidade e identificar prioridades de intervenção.

“Nossa meta é montar 14 grupos de trabalho com representantes de diversos segmentos da sociedade para entender suas principais preocupações e expectativas em relação à segurança”, explica Trindade. Já na terceira etapa, a equipe pretende entrevistar gestores de órgãos públicos, lideranças comunitárias e representantes de movimentos sociais para integrar visões e propostas.

O ponto alto do projeto será a implantação de duas iniciativas piloto: uma na Estação Rodoviária de Brasília e outra no Setor Comercial Sul, áreas críticas em termos de segurança. Essas ações serão acompanhadas por diagnósticos aprofundados e levantamentos das principais necessidades locais, visando subsidiar novas políticas públicas de segurança para a capital federal.

Com a participação de cinco professores e sete pesquisadores doutores, além de alunos de graduação das empresas juniores da UnB, o projeto promete entregar um novo modelo de atuação preventiva e integrada, servindo como referência para futuras ações de combate à violência em outras regiões do DF.

Reabertura das Inscrições 7º Congresso CONFIES

Após solicitação e procura de interessados no 7º Congresso do CONFIES, a Diretoria deste Conselho se organizou para disponibilizar vagas suplementares, em caráter excepcional, para o evento.

Assim, a partir do dia 1º de outubro, às 8h, serão reabertas as inscrições para o 3º lote do Congresso. Para se inscrever, verifique qual a classe da sua Fundação junto ao CONFIES (A, B ou C), aplicando os critérios da Pesquisa “Quem Somos?”
As inscrições podem ser individuais ou em pacotes (combos) de até 5 inscritos.

Os valores dos combos têm descontos, quando comparados aos adquiridos individualmente. A opção de acompanhantes é válida somente para as pessoas que irão participar apenas dos momentos como coquetel de abertura, confraternização ou outros (essa modalidade não dá direito de participação nas palestras/oficinas do evento).

Participantes de Fundações de Apoio não afiliadas ou participantes da Academia, órgãos de controle, outras instituições e da comunidade em geral, também poderão realizar as inscrições.
Os interessados podem fazê-la por meio do link: 7ª Congresso Nacional – CONFIES (7congressoconfies.org.br). Atenção, as vagas são limitadas!! Garanta sua inscrição!