Finatec lança programa de liderança #vistaamudançaFinatec

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Conectada às melhores práticas de mercado, a Finatec implementou seu programa de liderança #vistaamudançaFinatec. A iniciativa faz parte das ações estratégicas da Diretoria e Superintendência, sendo conduzida pela Gerência de Gestão de Pessoas.

Assim, no último sábado, dia 25 de maio, gerentes, supervisores, assessores e analistas vestiram a camisa da mudança Finatec. Reunidos das 8h às 17h no hotel Royal Tulip, os colaboradores participaram do primeiro dia do programa. O consultor, Alexandre Macedo, CEO do Instituto Lidere, conduziu o momento de forma muito interativa, subsidiando o corpo técnico com conhecimentos sólidos sobre gestão.

De acordo com Macedo, a liderança pode ser exercida por todos na fundação. ” A liderança é uma atmosfera construída pelo líder para obter resultados.” – reforça o consultor.

Com técnicas embasadas em pesquisas de escopo internacional, o consultor oferecerá, ao final do programa, 12 ferramentas para transformar a vida corporativa, provendo resoluções para o cotidiano dos gestores.

O objetivo do programa é promover uma mudança cultural na fundação, transformando seu corpo técnico em líderes pró-ativos com foco no cliente e nos resultados.

Veja as fotos desse dia repleto de interação, boas energias e muito conhecimento![/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][minti_gallery ids=”22525,22526,22527,22528,22529,22530,22531,22532,22533,22534,22535,22536,22537,22538,22539,22540,22541,22542,22543,22544″ columns=”4″ style=”2″][/vc_column][/vc_row]

[Oportunidade] Bolsa de Iniciação Científica

Projeto: SAMSUNG/FUB/FT- Codificação de imagens e vídeos baseados em inteligência artificial para padrões futuros.
Local: Universidade de Brasília/DF– Faculdade de Tecnologia
Área de atuação: Iniciação Científica e Assistente de Pesquisa.
Cursando: Graduação (a partir do 6º semestre) em Engenharia Elétrica, Engenharia da Computação, Ciência da Computação, Engenharia Eletrônica, Engenharia de Software ou áreas afins.
Vagas: 4 + cadastro reserva.
Salário e benefícios: Bolsa mensal R$ 834,84
Carga horária: 12h semanais.

Auxiliar nas seguintes atividades:
• Desenvolver programas ou scripts para codificação de imagens e vídeo.
Requisitos desejáveis:
• Conhecimento em programação em Python, Tensorflow, Pytorch, C/C++.
• Conhecimentos em Processamento de Sinais, Processamento de Imagens, Codificação de imagens e vídeo, Inteligência Artificial.

Seleção:
Etapa 01 (classificatória): análise do Currículo Vitae ou Lattes (atualizado nos últimos 30 dias), do histórico de graduação e do indicador de rendimento acadêmico (que pode ser o IRA ou declaração da unidade acadêmica de vínculo). Carta de interesse, onde devem ser descritas experiências prévias, disciplinas correlacionadas e o interesse em trabalhar no assunto. Peso: 50%.
Etapa 02 (classificatória e eliminatória): será o entrevistados os seis (seis) melhores colocados na etapa 01. Peso: 50%.

Os candidatos não classificados na segunda etapa serão eliminados.
Os interessados deverão encaminhar os documentos obrigatórios até dia 20/06/2019. Enviar um único arquivo pdf com o currículo, carta de interesse, o histórico da graduação e o indicador de rendimento acadêmico, que pode ser o IRA ou declaração da unidade acadêmica de vínculo. para o e-mail: curriculos@finatec.org.br.

UnB realiza o II Congresso de Gestão de Operações e Projetos em Organizações Públicas

Gratuito e aberto ao público, o evento discutirá temas voltados para a eficiência e administração em logística, transporte, compras e uso da tecnologia. Entre os convidados estão representantes da Anac, Banco Central, Exército e STF

Do dia 27 a 29 de maio acontece, na Universidade de Brasília (UnB), o II Congresso de Gestão de Operações e Projetos em Organizações Públicas. O evento é gratuito e aberto a toda comunidade. As inscrições podem ser feitas até o dia 27 de maio (segunda-feira), no site disponibilizado para inscrições.

Na programação está prevista a realização de mesas redondas, seminários e debates, com a participação de estudantes, pesquisadores, autoridades e representantes de diversas instituições públicas. Durante os três dias de atividades serão apresentados trabalhos acadêmicos e científicos que foram submetidos ao congresso e que tratam de problemas e desafios na área de gestão de operações e projetos nas organizações públicas.

Organizado pelo departamento de Administração da UnB, os trabalhos submetidos ao evento foram construídos sob três frentes: Gestão de Projetos em Organizações Públicas; Logística e Transportes; e Gestão de Operações e Compras. O evento reunirá temas e propostas de debate sobre atividades de planejamento, gestão de compras, bens patrimoniais, gestão de projetos, uso da tecnologia nas operações, entre outras questões.

Participação de Organizações Públicas

Está prevista a realização de três mesas redondas, entre elas: gestão de grandes projetos, com a participação de Nathália Kwirant Tatagiba, representante da Project Management Institute Distrito Federal Chapter (PMI/DF) e o Major do Exército Brasileiro, Luciano Sales. A mesa redonda com o tema gestão de tecnologia também fará parte da programação do evento. Nesta, irão participar o representante do Banco Central, Aristides Andrade Cavalcante Neto e Leandro Rezende, do Supremo Tribunal Federal.

No terceiro e último dia de atividades, o delegado Alessandro Moretti, da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP/DF) foi convidado para compor a mesa redonda sobre “gestão do risco de segurança operacional em organizações públicas”. Ele apresentará dados da Câmara Técnica de Monitoramento de Feminicídios da SSP-DF. Wagner William de Souza, superintendente de segurança operacional da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) trará ao evento um parâmetro de como a Agência desenvolve suas operações com vista a garantir a segurança e eficiência do transporte aéreo brasileiro.

Conhecimento para além da universidade

O professor e especialista em métodos quantitativos, Victor Rafael Rezende Celestino, é um dos palestrantes do Congresso. Ele apresentará o projeto “Safety Oversight”, desenvolvido em parceria com a Finatec – Fundação de Apoio para Pesquisa, Ensino, Extensão e Desenvolvimento Institucional e com a Anac. A proposta foca no constante aprimoramento do gerenciamento de riscos de segurança operacional na Agência.

Segundo Celestino, o Congresso é um momento onde serão estabelecidas discussões que interessam a todas as organizações. “Essa mesa redonda será voltada para a importância da parceria entre a Universidade e as organizações públicas, em projetos de pesquisa com aplicação de métodos quantitativos e de ciência de dados, visando um constante aprimoramento da eficiência no processo gestão do risco de segurança operacional em todos os níveis”, destaca o especialista.

Segundo o professor da UnB, José Márcio Carvalho, chefe do departamento de administração, que é um dos organizadores e palestrantes do evento, o Congresso trará temas sobre os desafios e oportunidades para as organizações públicas em várias frentes, entre elas a gestão da tecnologia, uma das mais importantes para a atualidade. “As novas possibilidades criadas todos os dias pelo desenvolvimento tecnológico são rapidamente capturadas na criação de novos produtos e serviços para a população. Especialmente no segmento de serviços, já estamos vivendo uma era de grandes mudanças nas operações das empresas, pois muitas estão deixando de ser apenas fornecedoras de produtos para se transformarem em fornecedoras de soluções produto- serviços”.

SERVIÇO

II Congresso de Gestão de Operações e Projetos em Organizações Públicas
Onde: Faculdade de Administração da UnB – Campus Darcy Ribeiro
Quando: 27 a 29 de maio (segunda, terça e quarta-feira)
Horário: a partir das 14h
Inscrições: https://goop2019.vpeventos.com/1-nova-inscricao.html

Evento gratuito e aberto ao público

Recursos hídricos: parceria entre UnB e Finatec propõe ações para o consumo responsável de água no país

A Agência Nacional de Águas (ANA) divulgou recentemente um estudo que mostra que cerca de 60 milhões de brasileiros correm o risco de sofrerem com a falta de água. O número foi calculado com base no ISH – Índice de Segurança Hídrica da ANA, que avalia a disponibilidade de oferta de água e a vulnerabilidade dos mananciais e fontes de abastecimento, entre outros critérios. O risco é preocupante, o que reforça a necessidade de políticas públicas que atuem em favor do cuidado e consumo consciente de água, recurso finito e imprescindível para a vida.

O projeto “Formulação e desenvolvimento de ações de extensão na área de recursos hídricos”, desenvolvido pela doutora em Sistemas Ambientais e de Recursos Hídricos e professora do Departamento de Engenharia Civil e Ambiental da Universidade de Brasília, Conceição de Maria de Albuquerque Alves, em parceria com a Finatec – Fundação de Apoio para Pesquisa, Ensino, Extensão e Desenvolvimento Institucional – é uma das iniciativas que tem contribuído de forma eficiente ao debate sobre a responsabilidade social em relação ao consumo de água.

Em meio a várias propostas, o projeto desenvolve atividades que trabalham temas relativos ao consumo e cuidado de recursos hídricos. A iniciativa nasceu após a realização do 8º Fórum Mundial da Água, realizado em Brasília, em março de 2018. Desde então, com o apoio da ANA, e da Finatec, a professora vem desenvolvendo ações educativas e de conscientização. O objetivo é disseminar no ambiente acadêmico da UnB debates, oficinas, seminários e até exposições artísticas cujo tema central seja Água além de contribuir com o processo de promoção e organização para o próximo 9º Fórum Mundial da Água, a ser realizado na cidade de Dakar no Senegal.

Segundo Alves, o projeto de extensão busca atingir não apenas a comunidade acadêmica da UnB, mas toda a sociedade. Desde março do ano passado, várias atividades foram desenvolvidas nesse sentido, sendo uma delas a série “Water Talks”: ciclo de debates e mesas redondas realizadas no Auditório da Faculdade de Tecnologia da UnB e que tiveram a participação de autoridades e órgãos dedicados ao tema como a ANA, Caesb – Companhia de Saneamento Ambiental do DF, a Adasa – Agência Reguladora de águas, Energia e Saneamento do DF – e a assessoria da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do DF.

De olho no Fórum Mundial da Água

23/03/2018 – Brasília/Brasil – 8º Fórum Mundial da Água – Vila Cidadã, Expo e Feira Foto: Jorge Cardoso/8º FMA

O Fórum Mundial da Água, como o nome próprio diz, é o maior evento do planeta sobre o tema, e reúne líderes, ministros de estado e as mais importantes autoridades e especialistas no assunto. Para que cada país participe de forma efetiva, leve projetos e propostas de debate e consiga firmar acordos, é necessário que haja a participação de instituições, representantes dos governos e da sociedade civil, e ainda projetos que consigam articular as discussões acerca do tema. “O objetivo era justamente ter um projeto que, no âmbito da UnB, fomentasse a participação tanto da comunidade discente quanto docente, nos itens a serem desenvolvidos no Fórum. Foram várias atividades pré e pós Fórum, no sentido de disseminar, divulgar e deixar acesa a chama das reflexões acerca da temática da Água”, destaca a coordenadora do projeto.

Outra atividade desenvolvida com o apoio do projeto de extensão foi a realização da V Conferência Infanto-juvenil pelo Meio Ambiente, uma iniciativa que recebeu o apoio do Ministério da Educação e Ministério do Meio Ambiente. A Conferência reuniu estudantes e representantes de escolas públicas de todo o país, que, em São Paulo, discutiram e promoveram diversas ações voltadas para o meio ambiente, e a água foi o tema da última edição, que ocorreu em abril do ano passado. Segundo Conceição Alves, “nesse evento houve apoio para as atividades de vídeo realizadas, registros e realização de oficinas, toda a parte de registro gráfico do evento e toda a relatoria foi desenvolvida pelo projeto. Contratamos pessoas para apoio, além da UnB TV, que também esteve conosco nessa parceria”, relembra a docente.

V Conferência Infantojuvenil do Meio Ambiente – Créditos MEC

 

Cuidar do presente e do futuro

A professora Conceição Alves destaca o retorno social e econômico do projeto. Segundo ela, as atividades desenvolvidas dentro e fora do ambiente acadêmico disseminam a importância em relação ao futuro da água no Brasil e no mundo. Uma preocupação que deve ser de todas as pessoas, que devem olhar para o futuro e para as próximas gerações. “A gente ainda tem um caminho muito longo a percorrer em relação à conscientização do uso deste recurso. Estamos localizados numa região que não tem muito histórico de escassez de água. Não somos de uma região semiárida como alguns estados da região Nordeste onde a população já internalizou essa preocupação”, afirma a especialista.

Profa Dra Conceição de Maria de Albuquerque Alves – Arquivo Pessoal

Alves lembra ainda da importância de a universidade preparar profissionais e líderes que se preocupam com o futuro ambiental do país e que possam exercer dentro da sociedade um papel inovador e de mudança. “É com iniciativas como essa que a população se torna vigilante e consciente. A universidade gera conhecimento, traduzido em políticas públicas, e atitudes sociais responsáveis, mas ainda é preciso internalizar essa noção nas decisões da iniciativa privada e dos diversos setores da economia.

Segundo Osmar Coelho, estudante de doutorado e pesquisador no Programa de Pós-Graduação em Tecnologia Ambiental e Recursos Hídricos, o consumo consciente e responsável de água é uma garantia de que as próximas gerações não sofrerão com a escassez. De acordo com Coelho, a preocupação em relação a este recurso surge na academia, mas precisa ultrapassar os limites da universidade. “O projeto tem sido extremamente bem sucedido em trazer as mais experientes vozes do campo da gestão e tecnologia hídrica. Para os estudantes, de todos os níveis, é de especial importância para a complementação e atualização dos conteúdos recebidos na educação formal em sala de aula”.

Na opinião do pesquisador, a água, por ser um recurso limitado, precisa ainda fazer parte da agenda de debates do governo em todos os níveis, além da necessidade de uma participação maior da sociedade. “Não é apenas o insumo primordial para a vida humana e biológica em geral, mas o input essencial de quase todos os processos produtivos. Podemos e devemos construir uma sociedade e uma economia descarbonizada que estabilize o nosso clima global, mas não podemos construir uma economia humana sem água. Podemos economizar, diminuir a pegada hídrica, mas não se abster da água, que cumpre inúmeros papeis em todos os processos humanos e ambientais”, finaliza o doutorando.

Academia Finatec reúne centenas de professores, estudantes e profissionais em 1º Ciclo de Palestras

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A jornada da Academia Finatec começou com o pé direito em 2019. Na última quarta-feira (8/5) a Fundação promoveu o 1° Ciclo de Palestras da Academia Finatec. O evento recebeu mais de 300 inscrições e reuniu professores, estudantes e profissionais de diversos setores na sede da Fundação, no campus Darcy Ribeiro da Universidade de Brasília (UnB). O evento é a porta de entrada do projeto Academia Finatec, que irá oferecer a toda comunidade acadêmica cursos de qualificação e treinamentos nos mais diversos segmentos profissionais.

Antes do início das atividades do Ciclo, a Finatec promoveu o lançamento de dois livros: a obra “O Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&I) e seu potencial impacto na inovação no Brasil”, dos autores Sanderson César, Juliana Corrêa e Cristina M. Quintella, além do título “Energias renováveis: atitudes sustentáveis” de autoria de Flamínio Levy Neto.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”22420″ img_size=”full”][/vc_column][vc_column width=”1/2″][vc_single_image image=”22419″ img_size=”full”][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Durante a cerimônia de abertura do evento, Edson Paulo da Silva, presidente da Finatec e coordenador acadêmico da Academia Finatec, destacou o papel da Academia como projeto que pretende ser um ponto de convergência entre os saberes acadêmicos. “Nós pretendemos oferecer cursos, em níveis de latu senso e de formação continuada, cursos livres com a pretensão de colaborar para a formação do aperfeiçoamento profissional para a solução dos problemas que ainda estão por vir,” garante Silva.

Silva lembrou que os temas oferecidos durante o 1º Ciclo foram construídos com base em temáticas atuais e inovadoras, que são importantes para o desenvolvimento científico e tecnológico do país. “Para os problemas que já existem, a Academia Finatec se propõe a oferecer uma formação diferenciada, explorando de forma sinergética os saberes que necessita o mercado”, afirmou o presidente.

Temas atuais e inovadores

Sérgio Frontim, mestre em sistemas de potência e pesquisador colaborador da UnB, foi um dos convidados pela Finatec a palestrar durante o Ciclo. Sobre o tema “Energias Renováveis”, Frontim destacou a importância de debates em relação às mudanças no setor energético do país e o impacto dessas transformações no desenvolvimento do país. Para ele, a Academia Finatec surge no mercado com o objetivo de atender a demanda do país por profissionais capazes de acompanhar os avanços nesse setor.

“O setor de engenharia no mundo e no brasil, principalmente, vai sofrer grandes transformações nesse século XXI, muitas tecnologias vão entrar no sistema, novos materiais, novos processos, ou seja, vai ser uma transição muito impactante. A Academia Finatec tem muito a contribuir, e vai ajudar a capacitação dos novos engenheiros, dos especialistas já existentes de tal forma a tornar viável essas novas tecnologias e a sua implantação no nosso sistema”, apontou Frontim.

Rafael Marques de Lima, estudante de engenharia de energia na UnB, participou da palestra sobre energias renováveis. Estagiário de uma empresa de energia fotovoltaica, afirmou que discutir este tema na área acadêmica é uma das formas de chamar a atenção da sociedade para a sustentabilidade no setor energético. Ele elogiou a palestra e não escondeu a satisfação de ter participado do evento.

“É um tema que está no nosso cotidiano. É algo que eu já tenho bastante contato e ele (palestrante) trouxe uma abordagem diferente, trouxe gráficos, comparando o crescimento do Brasil com outros países, que são indicadores para termos como base. Para muitas pessoas isso não é realidade, porém cada um gerar sua própria energia é algo de agora e para o futuro” disse o estudante.
Também estudante de engenharia de energia na UnB, Francisco Neto, que trabalha numa empresa de energia solar, afirmou que a importância do tema para o desenvolvimento econômico e ambiental do país. O estudante destacou ainda que esse tipo de atividade, como o ciclo proposto pela Finatec, ajuda a comunidade a fazer parte de pautas atuais, que na verdade estão próximas da realidade. “A palestra teve realmente uma abordagem nova, interessante e que também mostrou boas perspectivas para o futuro, principalmente para o Brasil. Mostrou que o Brasil ainda tem uma geração muito tímida, e acredito que se deve muito ao desconhecimento dessas energias renováveis, inclusive a solar e a eólica, as duas principais”, afirmou Neto.

Olhar para o futuro

Acompanhando as transformações de gestão e estrutura pelas quais as empresas têm passado, a Academia Finatec promoveu também a palestra “Efetividade de Programas de Compliance”. O convidado para ministrar sobre o tema foi o ex-Ministro-Chefe da Controladoria Geral da União (CGU) e atual Presidente da Comissão de Ética Pública da Presidência da República, Luiz Navarro.

Com atuação na área de Compliance a anticorrupção há mais de 15 anos, Navarro comentou sobre a importância do tema no momento atual do país. Na opinião dele, a Academia possui capacidade para se tornar referência em qualificação profissional. “Compliace se tornou um tema presente em diversos cenários, sobretudo o de integridade, que é aquele ligado a governança e anticorrupção. Ao mesmo tempo em que o tema ganhou importância, começaram a surgir vários programas de prateleira, que não são programas com verdadeira eficácia. A Finatec tem todas as condições de ter uma Academia de excelência pois pode agregar conhecimento e expertise dos professores da UNB, assim como de outras pessoas no mercado, destacou Navarro.

Participantes também debateram as transformações na área de educação do país. A palestra Educação 4.0 ficou por conta do doutor em educação e professor da UnB, Remi Castioni. Adriana Melo, que atua na área de política educacional também como professora na UnB, foi prestigiar o colega, e afirmou que se surpreendeu com a proposta de inovação na área. “A palestra deixou aquele sentimento: preciso aprender mais, preciso saber mais, preciso estudar mais. Até para repensar a nossa própria prática como professor pesquisador da Universidade. Há uma grande distância entre como a gente vê currículo dos cursos de graduação e como é a atuação dessas pessoas que estamos formando”, relatou Adriana Melo.

A Academia Finatec segue a todo vapor, e a expectativa é de que nos próximos meses a instituição ofereça cursos de pós-graduação e continue com o trabalho de excelência e profissionalismo, já previstos após o resultado positivo deste primeiro ciclo.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/1″][minti_gallery ids=”22405,22422,22408,22404,22430,22420,22431,22419,22421,22427,22424,22406,22432,22429,22428,22426,22425,22423,22418,22409,22410,22412,22414,22417,22416,22415,22413,22411,22407″ columns=”4″ style=”2″][/vc_column][/vc_row]

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