Fundação da UnB tem tecnologia avançada para atender empresas e instituições

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O propósito dos serviços tecnológicos da Finatec é a resolução de problemas, em qualquer esfera, para empresas ou instituições.

O setor de serviços de tecnologia da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) tem a capacidade de resolver problemas que vão desde falhas no design de alguma embalagem ou desenvolvimento e atualizações de equipamentos. A Fundação é responsável por encontrar meios e fazer uma ponte entre o órgão interessado e um especialista ou laboratório. Ela vai identificar o pesquisador ideal, e depois disso, desenvolve a tecnologia ou o produto que chega até o consumidor final.

O professor Gustavo Condeixa, superintendente da Finatec, explica que “os serviços tecnológicos são realizados conforme o que a Universidade de Brasília (UnB), e outras instituições parcerias da Fundação, podem ofertar a sociedade por meio de seus laboratórios, estudos e pesquisas”, observa Condeixa.

Ele destaca ainda que alguns desses serviços prestados à sociedade em áreas de startups, governos, empresas comuns que querem fazer, por exemplo, análise de material, melhorar produto, desenvolver uma solução e mais outros serviços.

Segundo o professor, a UnB tem condições de fazer uma infinidade de serviços nas mais diversas áreas do conhecimento, e de forma rápida, através de uma contratação direta com a Finatec. Condeixa lembra que a implementação do marco legal da ciência e tecnologia reforça esse trabalho e a Universidade, inclusive, dispõe hoje do Setor de Prestação de Serviços Técnicos Especializados, o SPTE, que tem se destacado com sua expertise nesse trabalho.

Apoio a projetos: entenda a dinâmica de trabalho da Finatec

Os serviços prestados pela Finatec e toda comunidade acadêmica são uma referência para o país

Nesta edição vamos responder a uma dúvida que muitas pessoas têm: para quais áreas de atuação a Finatec presta apoio?

Existem três setores muito importantes para fazer com que a dinâmica de captar recursos da Finatec funcione: A Gerência de Relacionamentos e Negócios, Departamento em Gestão de Projeto e Setor de Prestação de Contas. Além disso, o gerenciamento, e principalmente, facilidade para os avanços científicos e acadêmicos também são papeis da Finatec.

A Gerência de Negócios é responsável pela relação institucional entre investidores, gestores, fornecedores, empresas, pesquisadores e alunos, ou seja, toda comunidade envolvida no processo. Essa gerência também atua na estruturação do orçamento, formato, e previsão de despesas, e ainda
orienta, e acompanha todo desenvolvimento do projeto até a conclusão do seu esboço para formalização.

O Departamento em Gestão de Projeto, se divide em setor de Acompanhamento, Setor de Compras e de Prestação de Contas. Durante o acompanhamento do projeto é executado um plano de trabalho com atenção especial a implementação de despesas e contratações e tudo feito em parceria
com a equipe do Setor de Compras.

Por último, o pessoal que compõe a equipe do Setor de Prestação de Contas, monitora os prazos e exigências dos órgãos financiadores, sendo responsável pela elaboração, controle e encaminhamento das prestações de contas, além disso, elabora os relatórios técnicos sobre o andamento ou conclusões
previstas nos projetos, cursos e eventos – Nesse setor também são feitos os relatórios financeiros de tudo que foi gasto durante a execução dos projetos.

O que é uma fundação de apoio a pesquisa?

A Finatec faz a gestão administrativa e financeira dos recursos destinados aos projetos de pesquisa

Além da gestão do projeto, o corpo técnico implementa bolsas, compra equipamentos e presta outros suportes

A Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) foi criada com objetivo específico de dar apoio e suporte a execução de projetos na área de ensino, extensão, pesquisa, além do desenvolvimento científico, tecnológico e institucional. Em outras palavras, a Fundação – Instituição jurídica de direito privado sem fins lucrativos, da Universidade de Brasília (UnB) apoia a pesquisa por meio da ciência e inovação.

Os principais interessados por esse apoio são organizações federais de ensino superior e instituições de pesquisa. É bom lembrar que essas organizações, no formato da Finatec, não são responsáveis por financiamentos. Ou seja, não é papel delas dar recursos diretamente instituições interessadas em obter esse suporte.

A Fundação e outras instituições têm a missão de auxiliar na gestão administrativa e financeira das verbas que são destinadas aos projetos de pesquisa. Como fundação de apoio à pesquisa, a Finatec garante o bom desempenho das atividades dos pesquisadores ao se comprometer apenas com a responsabilidade da gestão administrativa e financeira dos recursos.

A Fundação tem seu próprio corpo técnico que faz a gestão do projeto, implementa bolsas, compra equipamentos, retirando dos pesquisadores o peso de qualquer outra responsabilidade.

Segundo Augusto César de Mendonça Brasil, do Instituto de Ciência Política, da Universidade de Brasília (UnB), o trabalho da Finatec é de fundamental importância para que o professor se dedique as suas pesquisas e obtenha os resultados positivos que chegarão à sociedade de forma étnica e profissional.

Augusto Brasil destaca que além do professor, a comunidade também ganha com a instituição de bolsas de estudo implementadas pela Finatec. E os alunos se beneficiam das bolsas para se integrar em projetos de pesquisas.

A Fundação age como uma entidade que viabiliza os projetos de pesquisas de maneira burocrática, liberando o professor para realizar suas pesquisas. Conforme Augusto Brasil, essa relação da Fundação com a administração da UnB é muito positiva.

Segundo ele, as duas gestões, da UnB e da Finatec, precisam trabalhar em harmonia para que o trabalho não seja perdido para toda a sociedade. “Temos cultivado muito isso”, pontua Augusto Brasil.

Congresso reúne pesquisadores brasileiros e estrangeiros com expertise em materiais compósitos

Materiais de alta resistência e durabilidade utilizados em diversos segmentos do setor industrial

Tem início neste domingo, dia 14, e prossegue até quarta-feira, dia 17, a 7ª Conferência Brasileira de Materiais Compósitos (Brazilian Conference on Composite Materials -BCCM) que reúne os maiores especialistas e pesquisadores brasileiros e estrangeiros da área. O encontro será realizado no auditório da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), no Campus Darcy Ribeiro, da Universidade de Brasília (UnB).

Os materiais compósitos são formados pela combinação de dois ou mais componentes (da Química e da Física), com o objetivo de se obter propriedades especiais, como alta resistência e maior durabilidade, que não são apresentadas isoladamente pelos seus materiais constituintes. Esta classe de materiais teve seus avanços impulsionados primeiramente pela indústria aeroespacial e aeronáutica, com o estímulo da obtenção de materiais leves e resistentes, por meio do uso de fibras de vidro, carbono ou naturais e matrizes poliméricas.

Os compósitos estão presentes em diversos outros setores da engenharia, como marítima, automotiva e transportes em geral, como também na ortopedia, ambientes corrosivos, esporte, energia, óleo e gás, vestuário, embalagem e demais aplicações que demandam elevado desempenho específico. O Congresso tem entre outros objetivos proporcionar o crescimento e o fortalecimento de redes de colaboração científica e tecnológica.

Neste evento, os pesquisadores brasileiros e estrangeiros que atuam na área de materiais compósitos poderão discutir os principais avanços e desafios específicos da área de materiais compósitos. Após passar por diversos estados do Brasil, será a vez do Distrito Federal de receber o BCCM promovido pela Universidade de Brasília (UnB), com apoio da Finatec, Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAPDF) e Secretaria de Ciência Tecnologia e Inovação (Secti-DF).

Conforme a Presidente da Comissão Organizadora, professora Sandra Luz, o Congresso promove palestras ministradas por convidados internacionais em diversas áreas; Fomenta o intercâmbio técnico, científico, e sócio-cultural entre os participantes, enfatizando o tema compósitos, além de promover a integração academia-empresa, através de palestras, apresentações de trabalhos científicos e exposições de estandes das empresas visando estreitar as relações entre o trabalho científico-tecnológico e a realidade do mercado de trabalho.

Finatec sedia o VII Seminário Internacional de Política Social

Primeiro dia de seminário, em 03/07/2024

A Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) sediou na última semana o VII Seminário Internacional de Política Social (SIPS), organizado pelo Programa de Pós-graduação da Universidade de Brasília (UnB). O evento durou três dias e contou com a participação de professores, mestres e doutores que palestraram sobre os desafios para a política social e a democracia no capitalismo tardio: tecnologia, corporações, desinformação e o avanço da direita. 

A socióloga e estudante de mestrado em política social, Mariane Ribeiro de Almeida, da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em Minas Gerais, veio de outro estado apenas para participar do evento. Para ela, ter vindo de longe foi satisfatório. “O diálogo presencial com professores, que a gente conhecia somente pelo nome e por seus trabalhos na área, agrega e amplia novos conhecimentos aos nossos estudos”, pontua.

Para o estudante de serviço social da UnB, Felipe Barbosa, o encontro foi muito proveitoso e interessante. Entre os palestrantes, ele destaca a participação da professora mestre e doutora em ciência política, a americana Jodi Dean, do Departamento de Ciência Política da Hobart e William Smith Colleges, de Nova Iorque. “A visão sobre o neofeudalismo, apresentada por ela, reafirma que esse modelo de concentração de poder aumenta ainda mais a discrepância entre ricos e pobres”, explica ele.

Esta é a sétima edição do SIPS, suspenso desde 2020 em função da pandemia de covid-19. A organização do evento esperava pelo menos 300 participantes, no entanto, o número de inscrições chegou a 450, bem acima do esperado. Ao longo dos três dias também foram realizados minicursos e com temas variados, como gênero e sexualidade, raça, envelhecimento e cuidado, que também despertaram a atenção dos participantes. 

O que é a Finatec?

O que é a Finatec, o que ela faz, qual o papel de uma Fundação de Apoio? Essas e outras questões vão ser esclarecidas pelo setor de Comunicação da Finatec, que inicia a partir desta semana, a publicação de uma série de informações jornalísticas sobre o assunto. Nessa primeira parte vamos conhecer a Finatec sobre a ótica de seu idealizador, professor Manoel Antônio, da Departamento de Tecnologia da Universidade de Brasília (UnB).

Após enfrentar todas as adversidades e mais um cenário de crise política e econômica a Finatec é criada em 1992

Instituição jurídica de direito privado sem fins lucrativos é referência nos serviços prestados pela comunidade acadêmica

Em mais de 30 anos de atuação a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) – Instituição jurídica de direito privado e sem fins lucrativos, da Universidade de Brasília (UnB), tem prestado relevantes serviços à comunidade acadêmica e aos seus parceiros na área de pesquisa e
inovação.

Nesse período, de mais de três décadas, a Finatec abraçou mais de oito mil projetos, 197 financiadores, além de cinco instituições apoiadas. Em 2023, aFundação apresentou um dos melhores resultados desde a sua criação, quando obteve. cerca de R$ 200 milhões destinados a projetos através da pesquisa, ensino, extensão, desenvolvimento institucional e científico.

“A Finatec ao longo dos anos tem cumprido sua missão. A Fundação surgiu com essa motivação, exatamente, que a gente possibilitasse que o professor fizesse o que ele faz de melhor, que é pesquisar”, ressalta seu idealizador, professor Manoel Antônio, do Departamento de Tecnologia da UnB. Ele lembra
que a Fundação nasceu em 1992 em pleno cenário de crise econômica e política do País. “Nesse período captar recursos para as universidades públicas era uma missão quase impossível”, observa.


A História da Finatec tem início a partir do sonho, e da vontade empreendedora de Manoel Antônio. O professor participava de um Congresso acadêmico em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde foi expor trabalho, e na ocasião, no intervalo do encontro, conheceu a Fundatec – Fundação Universidade Empresa de Tecnologia e Ciência, da capital gaúcha.


A Fundatec, fundação de direito privado e sem fins lucrativos, foi criada pelos gaúchos com o propósito de desenvolver serviços nas áreas de ensino profissional – técnicos e aperfeiçoamentos, agente de interação de estágios, projetos, consultorias e outros serviços. Estava plantada a semente da Finatec.

“É o que precisávamos para a UnB. Está aí a solução para executar nossos projetos”, conta Manoel Antônio.

Enfim, criada a Finatec

Ao enfrentar todas as adversidades e com muita determinação e trabalho, um grupo de professores da UnB, inicia em Brasília, na Promotoria de Fundações do Ministério Público do Distrito Federal, os primeiros passos para criação de Finatec. Empolgados com a ideia, os professores liderados por Antonio Manoel, um total de onze, concretizam o sonho em 1992, e formalizam definitivamente a criação da Finatec.

Encontro debate política social, capitalismo, democracia, avanço da direita no Brasil e no mundo

O VII Seminário Internacional de Política Social será realizado de quarta a sexta-feira desta semana no auditório da Finatec

Professores de nível superior, docentes de cursos de graduação e pós-graduação, educadores com mestrado e doutorado, além de estudantes orientados por seus docentes, participam do VII Seminário Internacional de Política Social promovido esta semana, de quarta a sexta-feira, 03 a 05 de julho, no auditório da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), no Campus Darcy Ribeiro, da Universidade de Brasília. O Encontro foi organizado pelo Programa de Pós-Graduação em Política Social (PPGPS) da UnB. 

O VII Seminário, que deveria ter sido realizado em 2020 e foi suspenso em decorrência da pandemia de COVID-19, trata dos “Desafios para a Política Social e a Democracia no Capitalismo Tardio: tecnologia, corporações, desinformação e o avanço da direita”. 

De acordo com a coordenadora, professora Sílvia Cristina Yannoulas, ao longo de três dias serão debatidos os dilemas da política social em meio a transformações estruturais e históricas que interpelam a democracia como processo e valor universal. “O seminário visa compreender as dinâmicas contraditórias que desafiam a democracia e exigem dela maior radicalidade. O tema será abordado a partir de três eixos primordiais” adianta ela.

A professora explica que o primeiro tema faz uma reflexão crítica sobre o significado e os potenciais das políticas sociais no capitalismo atual, caracterizado pelo avanço da direita e da extrema direita no Brasil e no mundo. O segundo eixo busca compreender os desafios e as estratégias de luta frente ao colonialismo digital, às novas formas de exploração do trabalho e de gestão social. 

A coordenadora conclui que o terceiro eixo ressalta a perda da soberania política de Estados e o aumento do domínio do mercado e das corporações, gerando o consequente esvaziamento do poder popular no processo de tomada de decisões políticas e econômicas.

Seminários anteriores

Em 2002, por ocasião da inauguração do doutorado, o Programa de Pós-graduação de Política Social organizou o I Seminário Internacional intitulado “Novos Paradigmas da Política Social”. Em 2004 e 2006 foram realizados, respectivamente, o II e o III Seminários com os seguintes temas: “Política Social: Alternativas ao Neoliberalismo” e “Política Social, Justiça e Direitos de Cidadania na América Latina”. 

O IV Seminário Internacional ocorreu em 2009 com o tema “Política Social, Trabalho e Democracia em Questão”. A quinta edição do Seminário Internacional ocorreu em 2012, com o tema “Desafios da Política Social na Contemporaneidade”. Com essa edição o formato do seminário foi alterado, pois passou a contar com a apresentação de comunicações científicas, além das mesas redondas e os minicursos. 

O VI Seminário Internacional de Política Social, com o tema “Que Política Social para Qual Emancipação?” aconteceu em 2017. Importante ressaltar que em todas as edições dos seminários, o PPGPS contou com o imprescindível apoio financeiro da CAPES e do CNPq, e com patrocínio e colaboração da UnB através do Instituto de Ciências Humanas (ICH) e Departamento de Serviço Social. Esses apoios permitiram a participação integralmente gratuita. 

Finatec marca presença no segundo encontro do Scientific Fast Track

O segundo Scientific Fast Track organizado pelo Programa de Pós Graduação em Engenharia Biomédica – PPGEB e o Laboratório de Engenharia Biomédica – LAB, aconteceu no dia 20 de junho no auditório da FGA e as equipes de Acompanhamento de Projetos e Relacionamento e Negócios da Finatec marcaram presença no evento. 

Debora Maria, Leila Silva, Andreia Ribeiro, Thais Costa, Suellen Carvalho e Anna Carolina Meireles

O foco do encontro foi, além de estabelecer diálogos interativos entre os pesquisadores, também fortalecer a parceria entre financiador público e políticas públicas, grupos de pesquisa e fundação de apoio, abrindo o canal de conversa com os todos os atores que fazem parte do processo de desenvolvimento dos projetos. Ao citar a FAPDF e a Finatec, o professor Mário Rosa destaca: “São duas instituições que podemos chamar de stakeholders, que são aqueles que, de alguma forma, que canalizam a política pública e fazem com que os objetivos das pesquisas sejam alcançados, como esses que a gente vai apresentar e conversar durante o dia.”

Professor Mário Rosa

Além disso, pontuou a importância das emendas parlamentares que a deputada federal Erika Kokay, destinou para os projetos do PPGEB. Presente no evento, a parlamentar destacou as intenções de continuar destinado às emendas para os projetos da UnB no próximo ano: “Eu lembro quando houve o aniversário de Brasília, havia um card que dizia “UnB sua linda, eu amo você”. E a gente continua dizendo  “UnB sua linda, eu amo você”. Por isso, professor, nós queremos reiterar a emenda para o próximo ano, para que vocês possam continuar fazendo o trabalho de desenvolvimento tecnológico a serviço da saúde, sempre levando em conta que a saúde não é apenas o contrato, a saúde é a qualidade da vida.”, afirma a deputada.

Deputada federal Erika Kokay

Na oportunidade, a gerente de Relacionamento e Negócios da Finatec, Suellen Carvalho explicou como funciona o trabalho da Fundação: “Os pesquisadores também são agentes públicos, precisam estar cientes por onde eles podem caminhar. Desde a formalização até a execução. Nós temos uma equipe altamente especializada com jurídico, compras, com gestão de pessoas e a parte financeira. Na universidade, tem um setor de compras nacionais e internacionais. Mas ela compra para toda a Fundação Universidade de Brasília. A Finatec compra para os seus projetos. Ela só contrata para os seus projetos. Isso é um dos nossos diferenciais, porque a gente trabalha diretamente para uma finalidade. E não para atender toda a universidade. E, por fim, a prestação de contas, que é a consolidação de todo esse.”

Gerente de Relacionamento e Negócios da Finatec, Suellen Carvalho

A diretora secretária da Finatec, explica a finalidade da Fundação: “Estamos aqui para viabilizar a sua pesquisa! A fundação faz parte da roda de ciência e tecnologia, criada em 1992 com esse olhar de proporcionar tudo o que os pesquisadores da Universidade de Brasília precisam para desenvolver os projetos. Hoje em dia com o olhar voltado para atuação, como a principal fundação de apoio atuando no Distrito Federal.”, comenta a professora Renata Aquino. 

Professora Renata Aquino, diretora secretária da Finatec

“Costumo dizer que treino fácil, treino difícil, jogo fácil. Então, a partir do momento que a gente começa a ter um bom planejamento com uma equipe aliada, a equipe técnica da Universidade de Brasília, ao nosso time administrativo, jurídico, financeiro, nós temos uma boa execução que vai poder ser observada uma boa entrega técnica e uma boa entrega financeira.”, comenta Suellen Carvalho. 

Ao final, o professor Mário Rosa agradeceu a Finatec: “Muito obrigado pela presença, isso representa muito para nós que fazemos a pesquisa. Obrigado a vocês estarem trabalhando para que a gente consiga fazer a nossa parte. 

“Quando estamos falando de recursos públicos, eles usualmente vêm a  necessidade de uma prestação de contas. E a prestação de contas mesmo é no nível de centavos, onde aquele centavo fica aplicado, o rendimento de aplicação financeira e isso, afinal, até que ela consegue entregar a pesquisador com toda a tranquilidade sem que ele tenha essa preocupação, além de desenvolvimento técnico e desenvolvimento administrativo e financeiro também.”, finaliza Suellen Carvalho.

Confira as fotos do evento:

Encontro patrocinado pela Finatec reforça importância do convívio estudantil na universidade

O Diretor-Presidente da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), professor Augusto Brasil, destaca a importância dos jovens no convívio presencial da universidade. Ele aproveitou para lembrar o momento difícil vivido pela atual geração de jovens, especialmente, os alunos no período crítico da pandemia e pós- pandemia. 

“É bonito ver o retorno presencial, como esse evento dos alunos da odontologia. Aqui está a essência da universidade, e quem acha que esse convívio dentro da instituição de ensino pode ser substituído pelo ensino remoto, está muito enganado”. A declaração foi feita durante a XXVII Jornada Odontológica, realizada de 11 a 14 de junho, no auditório da Fundação, no Campus Darcy Ribeiro, da Universidade de Brasília (UnB). A Finatec patrocinou e apoiou o encontro.

Conforme o dirigente da Finatec, essa vivência na universidade é muito mais interessante do que o conhecimento técnico, e justifica: “A técnica é apenas uma parte da questão, a vivência é muito mais importante. Estamos aqui reunidos representando tudo isso, financiamento, universidade, coordenação de cursos, os alunos, e o órgão gestor desse fluxo de capital, que é a Finatec”, observa.

Para a professora Rayssa Zanatta, que presidiu a comissão organizadora do corpo docente junto as estudantes Camila Coelho e Jéssica Luíza, que representaram o corpo discente no encontro, os resultados da XXVII JOUnB, superaram as expectativas. Segundo ela, foi um evento feito por alunos e para alunos, que trouxe como novidade para esta edição, a participação de palestrantes de outras áreas e especialidades bem distintas da odontologia.

Professora Rayssa Zanatta

André Kimura ministrou a palestra Marketing na Odontologia e Gustavo Rivera abordou o tema Comunicação Empática e Criativa Para o Dentista, dois profissionais com expertises na área de marketing e comunicação digital. Conforme Rayssa, a participação desses especialistas enriqueceu o ciclo de palestras, e completa: “É fundamental e necessário que o profissional moderno saiba se comunicar bem nos tempos atuais”.

A professora destaca também o caráter extensionista do encontro e as diversas maneiras como os alunos contribuíram para o sucesso do evento – Os estudantes participaram como ouvintes, como integrantes de oficinas e minicursos, apresentaram seus trabalhos científicos que foram desenvolvidos dentro do curso, e ainda vivenciaram experiências diferentes, de profissionais que não são da sua graduação.

A presidente da comissão que representa os alunos, Camila Coelho, reforça os elogios a estrutura, a organização, a participação dos alunos, e em especial, a Finatec, que patrocinou e apoiou a realização do encontro. “A participação da Finatec foi fundamental para o sucesso da XXVII Jornada Odontológica”, frisa.

Camila lembra que o grosso do trabalho foi feito pelos alunos, que se desdobraram em busca de apoio financeiro, de parcerias com outras instituições, correndo atras de brindes para os participantes, além de outras ações tomadas para viabilizar o evento. Camila ressalta que foi importante o apoio dos professores, principalmente, para trazer os palestrantes. “A organização e a participação dos alunos superaram todas as expectativas”, finaliza.

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