NOTA DE ESCLARECIMENTO

Com o objetivo de esclarecer e dar transparência aos fatos, a FINATEC vem apresentar suas considerações acerca do “Curso de Especialização em Saúde da População de Rua, com foco na população negra”, objeto de Termo de Execução Descentralizada (TED) assinado entre a Universidade de Brasília e o Ministério da Saúde, em dezembro de 2018.

O objetivo do projeto é capacitar lideranças dos movimentos sociais de promoção de políticas de equidade, conselheiros de saúde, integrantes dos comitês de promoção de equidade, jovens, mulheres, estudantes, gestores e trabalhadores da saúde em gestão participativa e controle social no SUS.

A FINATEC é Fundação de Apoio da UnB, credenciada nos termos da Lei nº 8.958/1994 junto ao MEC/MCTI para apoiar projetos de ensino, pesquisa, extensão, desenvolvimento institucional, científico e tecnológico e de estímulo à inovação. No caso específico do curso, as atividades realizadas referem-se à gestão administrativa e financeira necessária para execução do projeto.

Nesse sentido, no âmbito da gestão financeira, o TED prevê a execução de R$ 1,8 milhão, repassados em três parcela. A primeira parcela foi repassada no valor de R$ 900 mil em 19/03/2019. A segunda e a terceira parcelas, nos valores respectivos de R$ 300 mil e R$ 600 mil, estiveram previstas para 08/2019 e 10/2019, os quais não foram repassados, circunstância que gerou a inviabilidade financeira para a continuidade do projeto.

A ausência de repasse financeiro das duas últimas parcelas previstas no TED acarretou a necessidade de se suspender temporariamente a execução do projeto, após decisão tomada pela coordenação do projeto e a Empresa L&C Serviços em Tecnologia, que mantém o serviço de hospedagem da plataforma de EaD utilizada para as atividades de capacitação previstas no projeto, até que a situação seja regularizada.

De acordo com a coordenação do projeto, a UnB vem cumprindo com todas as metas previstas no plano de trabalho, apresentando relatórios de execução a cada dois meses ao financiador do Projeto, o Ministério da Saúde, com 77% das metas executadas.

A FINATEC esclarece, por fim, que a sua responsabilidade se refere apenas à gestão administrativa e financeira, não tendo ingerência nas decisões estratégicas, e espera que a situação seja resolvida o mais breve possível, afim de que possa continuar apoiando a execução do projeto, e, em conjunto com a UnB, garanta o êxito dessa iniciativa tão relevante para os profissionais de saúde e para a sociedade, ainda mais neste momento de pandemia.

1º WEBINAR Finatec: Perguntas inéditas dos internautas e ganhadores do livro

No dia 11 de dezembro às 20h30 a Finatec realizou a sua primeira transmissão ao vivo, inaugurando o canal do Youtube da Fundação. O objetivo desta iniciativa é promover um espaço para a troca de informações entre governo, sociedade e universidade, aprimorando as possibilidades de pesquisa, extensão e ensino para os públicos envolvidos.

O tema Marco Legal de CT&I inaugurou a transmissão e agradou os expectadores! Os convidados debatedores, o Procurador-Chefe do CNPq, Dr. Leopoldo Muraro e o advogado da União membro da Consultoria Jurídica do MCTIC, Dr. Rafael Dubeux, ambos autores do livro “Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil”, responderam quatro rodadas de perguntas no primeiro bloco da live.

Cinco convidados especiais fizeram perguntas práticas sobre o tema e serviram como o fio condutor das discussões. Participaram a Assessora Jurídica da Finatec, Nádia Portela, o Superintendente da Finatec, Gustavo Condeixa, o Diretor Presidente da FAPDF, Alessandro Dantas, a Decana de Pesquisa e Inovação da Universidade de Brasília, professora Maria Emília Telles e Reinaldo Ferraz, EX-MCTIC e Consultor.

No segundo bloco, o facilitador da transmissão, o Diretor Presidente da Finatec, professor Armando Caldeira-Pires abriu espaço para perguntas dos internautas ao vivo. Cerca de 12 questões foram enviadas aos advogados especialistas e as perguntas que não foram respondidas no ar podem ser conferidas no final dessa matéria.

Dois exemplares do livro Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil foram sorteados para aqueles se inscreveram no canal e participaram da transmissão. Os ganhadores foram @Andre Al e @Claudio Gomes Rodrigues de Almeida. Caso seja você o sorteado, gentileza entrar em contato pelo e-mail comunicacao@finatec.org.br para que possamos entregar os livros.

Confira abaixo as respostas inéditas dos advogados para as perguntas que não foram ao ar.

Alessandra do Valle Abrahão Soares – Deve se fazer algum exame de compatibilidade do orçamento do convênio de PDI antes da sua celebração?

Dr. Rafael Dubeux – Quando a pessoa apresenta um projeto que vai lá para ser avaliado pelo colegiado do CNPq ou para ou de qualquer agência de fomento eles já avaliam se os valores são compatíveis. Então assim, é uma análise normal.
Em geral, quando apresenta um projeto para uma agência de fomento já tem um comitê técnico que faz a análise. Se o projeto é relevante, se tem consistência cientifica e se os valores são mais ou menos compatíveis com o de mercado. Isso não mudou! O que mudou é que na hora de liberar o dinheiro; quando a pessoa for prestar contas. Digamos que ela recebeu 100 mil (que ela estimou 100 mil), eu só quero saber se ela executou o projeto, eu não vou ficar examinando nota fiscal por nota fiscal, a não ser em alguns casos excepcionais. É na hora da execução que tem a mudança, para orçar mantem mais ou menos igual.

 

Luiza Lavocat – Considerando que o art.15 da lei 13.243/16 estabelece a obrigação da ICT instituir a sua política de inovação, questiona-se: a realização de parcerias para desenvolver tecnologia, a realização da extensão tecnológica e prestação de serviços técnicos não estariam condicionados à instituição desta política?

Dr. Rafael Dubeux – É que muita gente acha que a instituição que não aprovou uma política nova de inovação, pela lei, ela não pode fazer nada. E não é isso! Ela pode fazer tudo. Com a política você faz isso de maneira muito mais estruturada e muito mais fácil de eventualmente defender qualquer coisa perante ao órgão de controle porque você pode simplesmente dizer que está seguindo a sua política. É bem preferível ter a política, agora ela não é requisito para fazer essas atividades.

Dr. Leopoldo Muraro – Para realizar a parceria, realizar a extensão ou prestar o serviço, não precisa. Agora durante a realização começa a surgir um produto ou serviço inovador e, a partir daí, pode começar a ter o problema. Você tem que ter uma política de inovação porque ela vai definir, por exemplo, com quem ficará a patente. Ela dirá se ficará para a Universidade, para o pesquisador, para todo mundo. Assim como os percentuais. Ela tem que definir, entre 10% e 30% e quem vai definir isso é o NIT. O NIT vai pegar o caso concreto e vai ver quanto cada um participou para poder fazer a baliza. Então assim, para realizar não precisa, mas as consequências a partir da realização você vai precisar da política.

 

Ricardo Magnani – No caso dos institutos de ciência aplicada que a atividade fim é a pesquisa (e não o ensino como é na universidade) como ficaria o mecanismo de incentivo aos pesquisadores?

Dr. Rafael Dubeux – Eu acho que não muda nada. Eu acho que todas as ferramentas que se aplicam a ICT, que é voltada para ensino e pesquisa, se aplicam para o instituto que é só pesquisa. Todos os benefícios do professor, regras sobre o afastamento, regras sobre licença, regras sobre a percepção de direto de patente, de propriedade de royalties, de licenciamento de patente tudo vai se aplicar ao pesquisador normalmente. O que não vai se aplicar é talvez uma regra especifica como essa de dedicação exclusiva de professor universitário. No geral os instrumentos da lei se aplicam para todo mundo. Ele pode ganhar bolsa, ele pode ganhar gratificação, ele pode se afastar, ele pode fazer tudo o que um professor pode.

Dr. Leopoldo Muraro – Vamos supor que você está no meio de um desenvolvimento tecnológico, aí tem uma teoria que não se aplica mais, ela já saturou. De repente você vai ter que investir em teoria básica, ciência pura para conseguir rever o modelo cientifico para poder aplicar. Num caso desse vai ser também um estímulo ao pesquisador. É, difícil você ficar definindo o que é cientifico e o que é tecnológico.

 

Carlos Nitão – Qual a diferença da bolsa do art. 9 e a prevista no art. 21-A?

Dr. Leopoldo Muraro – Não tem diferença de bolsa do art. 9 para a do art. 21-A, tudo é bolsa. Se você vai fazer uma bola de pesquisa na Universidade, uma bolsa de estudo naquele modelo teórico, é bolsa. É uma bolsa na empresa, é bolsa. Não tem diferença, a legislação não fez diferença. De novo, como a coisa é muito fluida e depende muito de casos concretos, qual a ideia da bolsa? Você vai desenvolver algo relacionado a inovação? É bolsa!

Dr. Rafael Dubeux – A bolsa do art.9 é uma bolsa que está incluída exclusivamente dentro do acordo de parceria do PDI, ou seja é um caso que nunca tem transferência do público para o privado na parceria. Agora se é uma empresa que quer desenvolver o projeto, precisa abordar a universidade da seguinte forma: “Eu aporto 5 milhões para vocês desenvolverem essa pesquisa”, então essa bolsa vai ser paga com o dinheiro originário desse acordo de parceria. O art.21-A é genérico, todos aqueles casos ali eu posso pagar a bolsa com qualquer fonte de recurso.

Dr. Leopoldo Muraro – Um detalhe importante inclusive no tocante tributário. Não vai ter incidência tributária porque está isento, tanto a bolsa de um como a de outro. A fundação de apoio ou os beneficiários devem possuir vínculo com a apoiada? Não necessariamente porque dentro do acordo de parceria se for professor da universidade, vai receber por ela, mas pode ser que no projeto tenha um pesquisador que seja ligado a uma empresa, pode? Pode! Mas desde que seja ligado com o projeto de pesquisa que está sendo feito.

Dr. Rafael Dubeux – A diferença é que a do artigo 9º está dentro do guarda-chuva do acordo de parceria, a outra não necessariamente está dentro, ela é uma bolsa que pode ser de qualquer fonte de qualquer tipo de projeto.

Dr. Leopoldo Muraro – Projetos de Pesquisa, Desenvolvimento tecnológico, Inovação e atividade de extensão, proteção de propriedade tecnológica e transferência de tecnologia.

 

@Bruno – Para as prestações de serviços motivadas por necessidade de fomentar aulas práticas, produção e publicação de artigos e outros… a classificação da remuneração, quanto ao tratamento tributário pode ser flexibilizado… como bolsa e não adicional variável?

Dr. Leopoldo Muraro – A questão que vai diferenciar da bolsa é que ela está sempre ligada a um projeto de pesquisa. No caso do adicional variável, prestação de serviço que já tem a tecnologia e você está fazendo a aplicação dela, para não falar que é uma prestação de serviço, eles falaram que seria um adicional variável. Um meio termo entre a bolsa e a prestação de serviço trabalhista. Mas no caso dele, para dar aula eu acho difícil enquadrar.

Dr. Rafael Dubeux – Dependendo do desenho que for feito, se tiver alguma atividade de extensão associada a aula pratica, extensão tecnológica, daria para enquadrar, mas para a atividade de docente não cabe o pagamento.

Webinar sobre o Marco Legal de Ciência e Tecnologia! Participe

Já ouviu falar sobre o novo marco legal que alterou regras importantes da legislação favorecendo a criação de um ambiente de inovação mais dinâmico no Brasil? Tem dúvidas ou quer saber mais sobre a temática?

Não perca o nosso Webinar com o Procurador Federal, Membro da AGU, Dr. Bruno Portela, o Procurador-Chefe do CNPq, Dr. Leopoldo Muraro e o advogado da União membro da Consultoria Jurídica do MCTIC, Dr. Rafael Dubeux, autores do livro “Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil”.

O Diretor Presidente da Finatec, professor Armando Caldeira-Pires, fará a intermediação desse momento que, também, contará com perguntas de convidados especiais.

Acesse o nosso canal do YouTube, Finatec Oficial, e participe conosco ao vivo enviando suas perguntas!
Anote na agenda para não esquecer!

Dia: 11 de dezembro de 2019
Horário: a partir das 20h30

Pré-lançamento do livro Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil aconteceu na Finatec

SORTEIO DO LIVRO
Inscreva-se no nosso canal do Youtube. A cada 50 internautas assistindo o Webinar, sortearemos um exemplar do livro “Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil”.
Veja mais sobre o livro – Clique aqui

Representante máximo da FADEX visita Finatec

Na tarde do dia 20 de novembro, o professor Dr. Samuel Nascimento, superintendente da FADEX, Fundação de Apoio da Universidade Federal do Piauí e do Instituto Tecnológico do Piauí fez uma visita à Finatec.

Recém eleito como o maior representante de sua instituição, o professor procurou a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos para conhecer a sede e trocar experiências sobre a condução de projetos.

Na visita, o representante da FADEX, vindo diretamente de Teresina, foi recebido pelo Superintendente da Finatec, Gustavo Condeixa e o Presidente do Conselho Superior da Fundação, professor Antônio César Pinho Brasil Junior, do Departamento da Engenharia Mecânica da Universidade de Brasília. Para o superintendente da Finatec, oportunidades como essa são muito especiais. “Ficamos muito felizes em receber o professor Samuel. O Universo das fundações é repleto de oportunidades. Foi muito bom poder trocar e dividir as experiências de nossas fundações.” – finaliza o superintendente.

COMUNICADO FINATEC

A Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos – FINATEC – comunica que seu Conselho Superior irá se reunir para eleger 01 (um) novo membro titular e 03 (três) membros suplentes para compor o Conselho Fiscal da Fundação. Os cargos não serão remunerados.

A FINATEC convida a comunidade acadêmica, científica, tecnológica e empresarial de Brasília a se candidatar.

Os interessados deverão encaminhar carta manifestando o interesse pela vaga acompanhada do Curriculum Vitae. Os documentos deverão ser protocolizados na Sede da FINATEC, Av. L3 Norte – Ed. FINATEC – Campus Universitário Darcy Ribeiro – Brasília/DF, ou encaminhados para o endereço eletrônico finatec@finatec.org.br até as 17h do dia 14 de novembro de 2019.

O resultado da eleição será divulgado no site da Finatec, após o dia 26 de novembro de 2019.

OUTRAS INFORMAÇÕES:
(61) 3348-0403

Clique aqui para ter acesso ao edital completo.

ENAP é a mais nova credenciada da Finatec

No dia 1º de outubro de 2019, o Diário Oficial da União estampou em suas páginas o mais novo parceiro da Finatec, a Escola Nacional da Administração Pública – ENAP, que a partir dessa data, tornou-se uma das apoiadas da fundação.

Para o Superintendente da Finatec, Gustavo Condeixa, a nova parceria é importante sob diversos aspectos. “Em primeiro lugar, porque me permite a efetividade do cumprimento de nossa missão institucional, em segundo lugar, porque amplia a relação de apoiadas, onde, tanto a própria ENAP pode contar com a expertise da Finatec, quanto nossas outras apoiadas se beneficiam da construção desta rede, permitindo em algum grau, a aproximação desses atores que são imprescindíveis para o ecossistema de P&D&I. Outro fator que vem agregar é o fato da ENAP possuir larga experiência na transferência de conhecimento, o que possibilitará à Finatec transitar em uma dimensão que estamos procurando aproximação por meio da Academia Finatec.” – reforça o Superintendente.

Por um período de um ano, a contar da publicação, a Finatec poderá atuar como fundação de apoio da escola de governo, otimizando processos gestão de cursos de capacitação, projetos e eventos acadêmicos.

Imagem: site ENAP

IFB e Finatec se reúnem para renovação de credenciamento

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Setembro foi o mês de renovar a parceria com o Instituto Federal de Brasília (IFB). A reunião realizada na Finatec, na tarde do dia de 25 de setembro, contou com a presença da Reitora do IFB, professora Luciana Massukado.

O momento foi dedicado a alinhar as estratégias para o credenciamento do IBF junto a Finatec. No período de tempo de dois a três meses a parceria será renovada propiciando a retomada da realização de inúmeros projetos em conjunto.

De acordo com Diretor Presidente da Fundação, professor Armando Caldeira-Pires, o credenciamento fortalece a Finatec em sua missão. “Agora temos um conjunto de parcerias fortes para atender ao Distrito Federal. FAPDF, Fibra, Assembleia Legislativa e o IBF são alguns exemplos. Isso fecha uma rede de parcerias muito estratégicas para atendermos a sociedade. ” – reflete o Diretor-Presidente.

Em 2019 a Finatec já administrou mais de 1 milhão de reais em projetos com o IBF. Projetos como o “CONATRAE 15 ANOS: imagens e imaginários da erradicação do trabalho análogo a escravidão no Brasil”, da professora Patrícia Barcelos e o “Elaboração de laudos periciais de engenharia sobre as condições estruturais e de solidez dos imóveis da União, Manual de metodologia de inspeção predial e capacitação dos agentes de inspeção” coordenado pela professora Larissa Aguiar, foram fomentados respectivamente pelos Ministérios da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos e Ministério da Economia. Já o “Projeto Apoiar – Apoio a permanência e êxito dos alunos do IFB – Ciclo 2019” que tem como coordenador o professor Adilson César, e visa monitorar e auxiliar os alunos do IBF, foi financiado com os recursos do próprio Instituto.

Todos os três projetos já estão em execução e, após a renovação do credenciamento, as instituições já estão negociando mais três propostas e a mesma quantidade de projetos para assinatura de contrato.

O Superintendente, Gustavo Condeixa, também está muito entusiasmado. “A retomada do apoio vai alavancar oportunidades de prospectar ainda mais para o IFB, atendendo demandas da sociedade e consolidando a nossa finalidade de existir. ” – finaliza Condeixa.

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Aniversário de 27 anos da Finatec

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No dia 13 de março, a Finatec comemorou mais um ano! A Diretoria Executiva reuniu os colaboradores no Confi I para refletir sobre as vitórias e o papel de cada um nas atividades da Fundação. O Diretor Presidente professor Edson Paulo da Silva reforçou os avanços da Finatec ao longo da gestão de 2015/2019 ressaltando as conquistas como a Academia Finatec, o PROSPECTA e a quantidade de projetos realizados nesse período.

A Diretora Secretária, Professora Andreia Cristina Santos, promoveu uma reflexão com o corpo técnico, convidando cada área da Finatec para dizer sobre a contribuição de sua atividade nos resultados da Fundação.

A primeira a se pronunciar foi a colaboradora do Financeiro Michelly Souza que colocou muito bem a importância social das fundações. “Nós trabalhamos no terceiro setor. Espaço dedicado a suprir as lacunas do estado e promover o bem da sociedade. Nós somos responsáveis por esse desenvolvimento por meio dos projetos aqui na Finatec. Não trabalhamos esperando o lucro. Nós trabalhamos com vidas” – destaca a Contadora.

A segunda a falar foi a colaboradora Áurea Torres, responsável pelo setor de manutenção e conservação da Finatec. “Nosso trabalho é deixar tudo funcionando cem por cento para atender todos os clientes e nossos colaboradores internos. Deixar tudo em ordem para quem chega na fundação ” – reflete.

 

A Nutricionista, Ângela Silva, pontou a importância do espaço do Restaurante como um local de promoção de saúde para todos. “Somos uma equipe de apoio que oferece energia, saúde e clima agradável para que todos possam desenvolver bem suas funções” – pontuou a supervisora.

 

Para finalizar as reflexões sobre a importância dos setores na fundação, o chefe da documentação, Renato Costa, destacou o setor como memória institucional. “Temos a função de centralizar todas as informações da Finatec. Como na documentação ficam guardados tantos projetos, conseguimos ter acesso aos resultados de várias pesquisas que impactam a sociedade. Uma que me marcou muito foi a de um projeto que buscava o barateamento da cadeira de rodas motorizada, que na época era uma tecnologia menos acessível” – recorda o arquivista.

Para encerrar a reunião a Diretora Secretária da fundação, professora Andrea Cristina destacou a importância da equipe na trajetória de sucesso da Finatec. “A Finatec não é um prédio. A Finatec é essa equipe que está aqui na sala e que auxilia os pesquisadores com profissionalismo e dedicação no dia a dia. Parabéns para todos nós!” – finalizou a Diretora.

O aniversário foi comemorado com a comunidade externa com um almoço especial! Foi oferecido uma mesa com chás, água saborizada, café e docinhos. Um violinista com repertório clássico e suave deu o tom de comemoração à data especial.

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Finatec apresenta o novo organograma da Fundação

Ainda no escopo das ações de Compliance e Governança, a Finatec está aprimorando o seu organograma institucional. Essa estrutura, faz parte da estratégia da organização, uma vez que reforça as responsabilidades das equipes, tornando o modelo de gestão mais transparente.

De acordo com a Gerente de Gestão de Pessoas, Renata Gadelha de Sá, o documento possui um papel fundamental. “É importante que todos os colaboradores compreendam quem são os responsáveis pelos setores, quais deles têm potencial de crescimento e para onde os setores podem expandir-se” – destaca a gerente.

No novo organograma, aprovado pelo Conselho Superior da Finatec, foi criada a Gerência de Cursos que abrigou, também, o núcleo de eventos. O administrativo foi desvinculado da contabilidade e do financeiro que se transformaram em uma gerência própria garantindo a efetiva segregação das atividades das áreas. Finalmente, as atividades administrativas, tais como manutenção e locação predial, bem como o restaurante da fundação, ficaram a cargo da Superintendência.

Segundo o Superintendente da Finatec, Gustavo Condeixa, com o novo organograma é possível garantir a atuação técnica das áreas. “Agora podemos destacar profissionais conforme a sua especialidade de gestão” – enfatiza o Superintendente.

O Diretor Presidente da Finatec, Professor Edson Paulo da Silva, vê essas adequações de forma bastante positiva uma vez que elas garantem a efetiva segregação das funções. “As alterações sugeridas foram muito pertinentes. Vivenciamos um momento importante da fundação no qual estamos organizando as áreas e revendo nossa Governança. O objetivo é conferir celeridade e maior transparência dos processos da Fundação. Com o novo organograma, atendemos melhor nossos parceiros uma vez que as áreas se fortalecem” – reflete o Diretor.

Confira abaixo o novo organograma da Fundação:

Conselho Superior da Finatec elege seu novo Presidente

[vc_row][vc_column][vc_column_text]No dia 18 de fevereiro de 2019, aconteceu a primeira reunião do ano do Conselho Superior da Finatec e, nessa oportunidade, também foi realizada a eleição do novo Presidente do Conselho Superior.

A eleição foi resultado do vencimento do antigo mandato da Conselheira Lilian Marly de Paula, professora da Universidade de Brasília da Faculdade de Ciências da Saúde que assumiu em janeiro de 2017.

Participaram da eleição 10 conselheiros e o escolhido para assumir o cargo de Presidente do Conselho Superior foi o professor Antônio César Pinho Brasil Junior, da Faculdade de Tecnologia. De acordo com o Art 12 do Estatuto da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos cabe ao presidente do Conselho Superior, convocar os membros para as reuniões e dirigir os trabalhos do grupo, possuindo voto de qualidade por meio do exercício de suas deliberações.[/vc_column_text][minti_spacer height=”20″][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column width=”1/4″][vc_single_image image=”21973″ img_size=”full”][/vc_column][vc_column width=”3/4″][vc_column_text]Conheça um pouco mais do professor Antônio Brasil 

Antonio César Pinho Brasil Junior é graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal do Pará com mestrado em Engenharia Mecânica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Seu Doutorado na área de Thérmique et Energetique foi obtido na Ecole Centrale de Lyon – França em 1992. Atualmente é professor associado da Universidade de Brasília. As atividades acadêmicas do professor estão associadas ao Departamento de Engenharia Mecânica e no Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB. Na área de ciências mecânicas os principais temas de interesse são: termociências e energia renováveis. Alternativamente o docente atua na área de desenvolvimento sustentável, com interesses nos modelos para o desenvolvimento nos biomas amazônia e pantanal, explorando temáticas de pesquisa que envolvam de maneira interdisciplinar a sustentabilidade de opções tecnológicas.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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