58º Congresso Brasileiro de Olericultura (CBO) reúne especialistas na Finatec

O 58º Congresso Brasileiro de Olericultura (CBO) foi realizado na Finatec, de 21 a 24 de julho, consolidando-se como um dos eventos técnico-científicos mais tradicionais das ciências agrárias no Brasil.


Organizado pela Associação Brasileira de Horticultura (ABH), com participação institucional da Universidade de Brasília, por meio da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária (FAV/UnB), na organização científica e acadêmica, o congresso teve como tema central “Desafios da Agricultura Familiar frente às Mudanças Climáticas”. A iniciativa reuniu pesquisadores, docentes, extensionistas, agricultores, estudantes e representantes do setor produtivo em um importante espaço de diálogo, troca de conhecimentos e cooperação.


Ao longo dos quatro dias de evento, foram debatidos avanços em ciência, tecnologia e inovação na área da olericultura, além de perspectivas para o futuro do setor, com atenção especial aos impactos das mudanças climáticas sobre a agricultura familiar.


A realização do congresso na Finatec também reforça a conexão da Fundação com iniciativas que aproximam a pesquisa científica, a academia e diferentes setores da sociedade. A participação da FAV/UnB na organização científica e acadêmica evidencia, ainda, o vínculo institucional da Universidade de Brasília com uma iniciativa de relevância nacional para as ciências agrárias.


Para a Finatec, sediar o 58º CBO representa contribuir para a realização de um encontro que fortalece a produção e a disseminação do conhecimento científico, além de promover a troca de experiências em torno de desafios importantes para a agricultura brasileira.

Aula Magna – Pronasci Juventude Brasília

No dia 18 de junho, a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) sediou o lançamento da Aula Magna e das atividades do projeto Pronasci Juventude Brasília, iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em parceria com o Instituto Federal de Brasília (IFB), que promove inclusão social e prevenção à violência para 500 jovens em situação de vulnerabilidade.

No âmbito da iniciativa, a Finatec atua como fundação de apoio do IFB, por meio do Projeto nº 7866, contribuindo para a gestão administrativa, financeira e operacional necessária à execução das ações previstas. A atuação integrada entre as instituições fortalece a implementação do programa e amplia sua capacidade de atendimento ao público beneficiário.

O Pronasci Juventude (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania) também tem mobilizado debates na Casa Legislativa, como demonstram indicações parlamentares que solicitam ao Governo do Distrito Federal a viabilização de eixos prioritários e de projetos de bolsa-formação destinados aos agentes de segurança locais.

A partir do lançamento, a expectativa é de que as atividades do Pronasci Juventude Brasília sejam ampliadas ao longo dos próximos meses, consolidando o Distrito Federal como referência na execução do programa em nível nacional e reforçando a importância da articulação entre órgãos públicos e instituições parceiras para a promoção de políticas de inclusão, cidadania e prevenção à violência.

Estatuto Finatec

Finatec atualiza seu Estatuto e reforça atuação em ciência, tecnologia, inovação e desenvolvimento institucional

A Finatec passa a contar com uma nova versão de seu Estatuto Social. A atualização foi construída com o objetivo de modernizar sua estrutura normativa, fortalecer sua governança e atualizar sua atuação institucional diante dos novos desafios do ecossistema de ciência, tecnologia, inovação, ensino, pesquisa e extensão.

O novo texto preserva a essência da Finatec como fundação privada sem fins lucrativos, de interesse público, voltada ao apoio a instituições científicas, tecnológicas e de inovação. Ao mesmo tempo, amplia e detalha suas possibilidades de atuação.

Entre os principais avanços, o novo Estatuto separa de forma mais clara as finalidades institucionais da Fundação e as atividades que poderão ser desenvolvidas para alcançá-las. Essa reorganização torna o texto mais objetivo, facilita a compreensão de seu papel institucional e traz maior segurança jurídica para sua atuação.

O Estatuto passa a contemplar expressamente atividades relacionadas a ambientes promotores de inovação, como parques tecnológicos, incubadoras, aceleradoras, hubs e laboratórios experimentais; iniciativas de formação presencial, digital e híbrida; comunicação científica e tecnológica; organização de eventos científicos, acadêmicos, culturais e tecnológicos; consultoria e apoio estratégico à gestão pública e privada; ações culturais, sociais, ambientais e de saúde; além da proteção, gestão e valorização de ativos de propriedade intelectual, transferência e licenciamento de tecnologia.

A nova versão também reforça compromissos institucionais com governança, integridade, transparência, compliance, gestão de riscos, proteção de dados pessoais, sustentabilidade e responsabilidade socioambiental. Esses elementos aproximam o Estatuto das melhores práticas aplicáveis às entidades sem fins lucrativos e às fundações de apoio.

Na estrutura de gestão, a Diretoria Executiva passa a ter mandato de três anos. A antiga função de Diretor-Secretário é atualizada para Diretor-Científico, reforçando o alinhamento da governança da Finatec com sua missão de apoio à produção científica, tecnológica e inovadora.

O novo Estatuto também moderniza as disposições relacionadas ao patrimônio e às receitas da Fundação, reconhecendo de forma mais clara fontes vinculadas à gestão de projetos, propriedade intelectual, transferência de tecnologia, royalties e participações societárias, sempre observando a legislação aplicável e as finalidades institucionais.

Outro avanço importante é o fortalecimento dos mecanismos de prestação de contas, controle e prevenção de conflitos de interesses, com maior atenção à conformidade contábil, à auditoria independente quando aplicável, à independência do Conselho Fiscal e à vedação de contratações que possam comprometer a impessoalidade e a integridade institucional.

Com essa atualização, a Finatec reafirma seu compromisso com a comunidade acadêmica, com as instituições apoiadas, com seus colaboradores e com a sociedade. O novo Estatuto consolida uma base mais moderna, segura e compatível com a atuação da Fundação como parceira estratégica no desenvolvimento científico, tecnológico, educacional, social e econômico do país.

Café com o Diretor: informações sobre a nova previdência complementar em encontro com a diretoria e equipe SEBRAE PREV

Durante o encontro, os colaboradores conheceram o novo benefício oferecido pela Finatec e esclareceram dúvidas sobre contribuição, tributação, rendimentos e o processo de adesão.

A Finatec reuniu seus colaboradores para uma conversa aberta sobre o Valor Empresarial, novo benefício de previdência complementar oferecido pela Fundação em parceria com o SEBRAE PREV. O encontro começou com a apresentação do diretor-presidente, prof. Daniel Rosa, e seguiu com um bate-papo, que abriu espaço para perguntas e esclarecimentos práticos sobre o funcionamento e a adesão ao benefício.

Um dos pontos mais reforçados durante a conversa foi o caráter de contrapartida: a cada real investido pelo colaborador, a Fundação também contribui, dobrando o valor aportado mensalmente. Foi destacado que essa contrapartida não é retroativa, por isso, quanto mais cedo o colaborador realizar a sua adesão, maior será a sua reserva previdenciária.

Outro tema recorrente foi a segurança do recurso. Os representantes do SEBRAE PREV, explicaram que o dinheiro aportado pelo colaborador é sempre dele, podendo ser resgatado a qualquer momento após o desligamento da empresa – uma exigência da legislação previdenciária, e não uma regra da Finatec. Já a contrapartida da Finatec, fica condicionada à permanência no plano: a cada ano, 20% da parte patronal é resgatável, ou seja, após 5 anos completos no plano, toda a contrapartida da Finatec pode ser resgatada, isso sempre condicionado ao desligamento da empresa.  

A questão dos beneficiários também recebeu atenção especial. Os colaboradores foram orientados a cadastrar, logo após a primeira contribuição, quem deve receber os recursos em caso de falecimento, independentemente de grau de parentesco. A ausência desse cadastro torna um processo simples em burocrático, exigindo decisão judicial.

Sobre rentabilidade, a equipe apresentou o histórico do plano: desde seu início, em abril de 2023, o fundo rendeu 47,4%, acompanhando de perto o CDI (48,1% no mesmo período) e superando com folga a inflação acumulada (cerca de 15,1%). Foi destacado que, por lei, nenhuma instituição pode garantir rendimentos futuros, mas que a alocação atual é conservadora, priorizando renda fixa.

A taxa de administração do plano é de 0,75% ao ano, e incide sobre o patrimônio administrado pelo SEBRAE PREV.

A equipe do SEBRAE PREV apresentou o Instituto: fundado em 2004, completou 22 anos de atuação em 2026, com mais de R$ 2,1 bilhões em patrimônio administrado e mais de 14 mil vidas sob sua responsabilidade. Além do plano corporativo, os colaboradores da Finatec também têm acesso ao Plano Valor Previdência, que permite a adesão de parentes ao SEBRAE PREV.

O diretor-presidente da Finatec, prof. Daniel Rosa, também destacou que a iniciativa busca incentivar o planejamento financeiro e contribuir para o bem-estar dos colaboradores no longo prazo. Segundo ele, o acesso à previdência complementar ajuda cada pessoa a construir condições mais seguras para o futuro, reforçando também o compromisso social da Fundação com a qualidade de vida de sua equipe.

Ao final do encontro, colaboradores presentes já iniciaram o processo de adesão pelo próprio celular, com apoio da equipe técnica, que reforçou a importância de não deixar a decisão para depois: “a Finatec está colocando dinheiro na mesa” e esperar significa abrir mão da contrapartida naquele período.

Finatec recebe representantes da Conab para troca de experiências sobre atuação de fundações de apoio

Compartilhar experiências e fortalecer o diálogo entre instituições foi o objetivo da reunião realizada nesta semana entre a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) e representantes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O encontro abordou o modelo de atuação das fundações de apoio e as possibilidades de cooperação em projetos de ciência, tecnologia e inovação.

Representando a Conab, participaram Bianca Queiroz, gerente de Planejamento de Projetos de Inovação e Desenvolvimento (Gepid), e Jorge Streit, analista administrativo. Pela Finatec, estiveram presentes o superintendente, Gustavo Condeixa, e a gerente de Relacionamento e Negócios, Suellen Santos.

Com 34 anos de atuação, a Finatec apresentou sua trajetória e a experiência acumulada na gestão administrativa e financeira de projetos de pesquisa, desenvolvimento, inovação, ensino e extensão desenvolvidos por instituições públicas. Também foram compartilhadas boas práticas relacionadas à governança, aos instrumentos de parceria e aos processos que dão suporte à execução dessas iniciativas.

A visita acontece em um momento importante para a Conab, que passou a ser reconhecida como Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT), conforme previsto na Lei nº 10.973/2004. Esse reconhecimento amplia as possibilidades de desenvolvimento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação em parceria com fundações de apoio.

Ao longo da reunião, os participantes discutiram oportunidades de cooperação institucional e trocaram experiências sobre a estruturação, a gestão e o acompanhamento de projetos voltados ao fortalecimento da ciência, da tecnologia e da inovação no setor público.

DF cria centro para desenvolver tecnologias que podem revolucionar a reabilitação de pacientes com AVC e lesão medular

Projeto selecionado pela FAPDF para atender demanda da Secretaria de Saúde do DF integra exoesqueletos inteligentes, neuropróteses, inteligência artificial e realidade virtual para ampliar o acesso à reabilitação na rede pública

O Distrito Federal dará um passo importante rumo à medicina do futuro com a criação do Centro de Tecnologias de Reabilitação Neuromotora. A iniciativa foi desenvolvida pela Universidade de Brasília (UnB) para atender uma demanda estratégica da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e foi selecionada pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do Programa Desafio DF. O objetivo é desenvolver, validar e incorporar novas tecnologias de reabilitação neuromotora à rede pública de saúde, ampliando o acesso de pacientes a tratamentos de alta complexidade.

A criação do centro é resultado de uma chamada pública do Programa Desafio DF, iniciativa da FAPDF voltada ao financiamento de projetos capazes de solucionar desafios estratégicos apresentados por órgãos do Governo do Distrito Federal. Neste caso, a Secretaria de Saúde do DF identificou a necessidade de ampliar o acesso a tecnologias avançadas para reabilitação neuromotora e lançou o desafio para que instituições de pesquisa apresentassem propostas. Entre os projetos concorrentes, a proposta desenvolvida pela Universidade de Brasília recebeu a melhor avaliação técnica e foi selecionada para implantação.

A Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) é responsável pela gestão administrativa, financeira e operacional do projeto, oferecendo o suporte necessário à execução das atividades previstas. A Fundação também apoia as ações de comunicação, divulgação científica e publicidade da iniciativa. 

À frente do projeto está o professor Roberto de Souza Baptista, coordenador do Laboratório de Automação e Robótica (LARA) da UnB. Segundo ele, a equipe desenvolve tecnologias voltadas à reabilitação neuromotora há cerca de 12 anos e a criação do centro representa um avanço natural da maturidade alcançada pelas pesquisas.

“Essas tecnologias vêm evoluindo de forma consistente e já estão sendo incorporadas, gradualmente, em centros de reabilitação de diversos países. Agora temos a oportunidade de aproximar essa inovação da realidade da rede pública do Distrito Federal e dos pacientes que dependem desses tratamentos”, afirma.

Da pesquisa ao atendimento dos pacientes

O novo centro nasce com a proposta de fechar um ciclo ainda raro no mundo: desenvolver tecnologias dentro da universidade, validá-las diretamente na prática clínica e utilizá-las no atendimento cotidiano dos pacientes da rede pública de saúde.

Entre as soluções que farão parte da estrutura estão neuropróteses, sistemas de eletroestimulação funcional, exoesqueletos inteligentes, inteligência artificial e recursos de realidade virtual, que poderão atuar de forma integrada durante o processo de reabilitação.

Os equipamentos serão voltados principalmente para pessoas com lesão medular e vítimas de acidente vascular cerebral (AVC). No futuro, a expectativa é ampliar a aplicação para pacientes com esclerose múltipla,  paralisia cerebral, entre outras condições.

Um dos resultados já obtidos pelo grupo de pesquisa foi o uso contínuo da eletroestimulação funcional associada ao ciclismo em pessoas com lesão medular. A técnica promove a ativação da musculatura paralisada, favorecendo o fortalecimento muscular, a melhora da densidade óssea e impactos positivos na autoestima e na qualidade de vida dos participantes.

Outro destaque do projeto são os exoesqueletos inteligentes. Diferentemente dos modelos convencionais, que realizam todos os movimentos de forma automática, a nova geração é capaz de interpretar a intenção de movimento do paciente e oferecer apenas a assistência necessária para completar a ação.

“Com essa tecnologia, o equipamento identifica quanto o usuário consegue participar do movimento e auxilia apenas o suficiente. Isso favorece uma recuperação mais ativa e, dependendo do caso, pode contribuir para que a pessoa volte a realizar determinados movimentos de forma independente”, explica Baptista.

Integração de tecnologias promete acelerar a recuperação

A proposta do centro é combinar diferentes recursos terapêuticos em um único protocolo de tratamento. Enquanto o exoesqueleto auxilia mecanicamente o movimento, a eletroestimulação funcional ativa músculos comprometidos, a realidade virtual fornece biofeedback ao paciente e a inteligência artificial analisa os resultados para personalizar continuamente a intervenção.

Segundo o pesquisador, essa atuação conjunta pode potencializar a reorganização do sistema nervoso e do sistema musculoesquelético, ampliando as chances de recuperação quando comparada às técnicas convencionais. Além disso, os equipamentos também deverão reduzir o esforço físico exigido dos profissionais que atuam diariamente na reabilitação de pacientes.

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal será responsável pela etapa de validação clínica das tecnologias. Os dispositivos serão incorporados aos protocolos de atendimento de um dos centros de reabilitação da rede pública, permitindo que pesquisadores e equipes assistenciais acompanhem os resultados em tempo real.

“Poucos centros de pesquisa no mundo conseguem integrar, de forma institucional, pesquisa, inovação e atendimento clínico. Essa aproximação entre a Universidade de Brasília e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal cria um ambiente que pode acelerar o desenvolvimento de novas soluções e gerar benefícios tanto para os pacientes quanto para a ciência brasileira”, destaca o professor.

Neste momento, a equipe trabalha na aquisição dos equipamentos, formação dos pesquisadores e elaboração dos protocolos científicos. Paralelamente, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal realiza o planejamento da estrutura física que receberá o centro e define o perfil dos profissionais que atuarão na iniciativa. A expectativa é que, nos próximos meses, sejam definidos o local de implantação e o início dos protocolos experimentais.

O projeto é financiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do Programa Desafio DF, iniciativa voltada ao desenvolvimento de soluções inovadoras para desafios estratégicos apresentados por órgãos do Governo do Distrito Federal.

Além de Roberto de Souza Baptista, o projeto é coordenado pelos professores Henrique Taira Menegaz, João Luiz Quagliotti Durigan, da Universidade de Brasília, e Anselmo Frizera Neto, da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).

Finatec é habilitada para integrar Banco de Organizações da Sociedade Civil do ICMBio

A Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) foi habilitada para integrar o Banco de Organizações da Sociedade Civil do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), conforme resultado do Edital de Credenciamento nº 001/2025/ICMBio.

Já credenciada como fundação de apoio do ICMBio, nos termos da Lei nº 8.958/1994, a Finatec amplia, com essa habilitação, suas possibilidades de atuação institucional junto ao Instituto. A inclusão no Banco de Organizações da Sociedade Civil permitirá que a Fundação também participe de futuras parcerias celebradas por esse instrumento.

O banco reúne organizações consideradas aptas a atuar em projetos do ICMBio, de acordo com as demandas e a compatibilidade técnica de cada iniciativa.

Conforme previsto no edital, a habilitação não gera contratação imediata. As organizações poderão ser convocadas à medida que surgirem projetos compatíveis com sua área de atuação.

Credenciamento de Consultore(as) Ad Hoc – Start BSB | Eixo 1 – Ciclo 3 (2027)

Estão abertas as inscrições para o Edital nº 03/2026 da Finatec, que visa ao credenciamento e à seleção de avaliadores ad hoc para atuação no Programa Cocreation Lab DF: acelerando a ideação inovadora (versão 2.0), iniciativa vinculada ao Programa Start BSB. O edital tem como objetivo formar um banco de profissionais qualificados para avaliar propostas de projetos inovadores desenvolvidos por startups e empreendedores do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (RIDE).

O Cocreation Lab DF é resultado de uma parceria entre a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), a Universidade de Brasília (UnB) e o Instituto Federal de Brasília (IFB). A iniciativa busca transformar ideias inovadoras em negócios por meio de uma metodologia estruturada de pré-incubação, contribuindo para o fortalecimento do ecossistema de inovação do Distrito Federal.

Os profissionais credenciados poderão ser convocados para avaliar propostas inscritas no Programa Start BSB, analisando aspectos como inovação, viabilidade técnica, potencial de mercado e impacto das iniciativas. O credenciamento não garante convocação, que ocorrerá conforme a aderência da qualificação do profissional às áreas temáticas e às demandas do programa.
Cronograma

Inscrições: 6 a 24 de agosto de 2026

Divulgação do resultado provisório: após análise das inscrições

Prazo para recursos: até 3 dias úteis após a publicação do resultado provisório

Divulgação do resultado definitivo: após análise dos recursos
Podem participar profissionais brasileiros ou estrangeiros em situação regular no Brasil que possuam formação ou experiência compatível com as áreas de inovação, empreendedorismo, desenvolvimento tecnológico, incubação, aceleração ou avaliação de startups, conforme os requisitos previstos no edital.

Por que participar

• Integrar o banco de avaliadores ad hoc da Finatec

• Contribuir para o fortalecimento do ecossistema de inovação do Distrito Federal

• Atuar na avaliação de propostas com potencial de impacto tecnológico e socioeconômico

• Receber remuneração de R$ 100,00 por parecer validado, conforme as condições estabelecidas no edital

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