Finatec atua na gestão das obras do Centro Científico e Cultural da Urca

Um projeto que une ciência, memória e infraestrutura começa a ganhar forma na cidade do Rio de Janeiro com a implantação do Centro Científico e Cultural da Urca. A iniciativa reúne esforços do Serviço Geológico do Brasil (SGB), com financiamento da Petrobras e gestão administrativa e financeira da Finatec, em um movimento que fortalece a pesquisa geocientífica nacional e valoriza um patrimônio histórico de relevância para o país.

 Idealizado pelo SGB, o projeto surge a partir da necessidade de modernizar a infraestrutura laboratorial da instituição, ampliar a capacidade de produção científica e garantir a preservação de espaços que fazem parte da história das geociências brasileiras. A proposta foi estruturada ao longo de anos de articulação técnica e institucional, envolvendo pesquisadores, gestores públicos e especialistas que contribuíram para transformar o conceito do complexo em um empreendimento de alcance nacional.

 O Centro Científico e Cultural da Urca é composto por três frentes principais. A primeira delas é a revitalização do Museu de Ciências da Terra, instalado em um edifício histórico com mais de um século de existência, que será devolvido à sociedade como espaço de pesquisa, memória e difusão do conhecimento científico. O projeto também contempla a implantação do Centro de Referência em Geociências, que reunirá laboratórios especializados voltados ao desenvolvimento de estudos técnicos de alta complexidade, além da criação da Litoteca da Urca, destinada ao armazenamento, preservação e análise de amostras geológicas estratégicas para o Brasil.

A consolidação desse complexo científico representa um avanço significativo para a pesquisa nas áreas de geologia, energia e recursos minerais. Com infraestrutura atualizada e integrada, o país amplia sua capacidade de desenvolver estudos de alta precisão, formar especialistas e apoiar decisões estratégicas relacionadas ao setor mineral e energético. Ao mesmo tempo, a recuperação do Museu de Ciências da Terra fortalece a dimensão cultural do projeto ao preservar a memória da geologia nacional e ampliar o acesso da sociedade ao conhecimento científico, aproximando diferentes públicos de temas que impactam diretamente o desenvolvimento do país.

 Expectativas e impactos esperados vão além da produção acadêmica. A iniciativa contribui para a valorização do patrimônio histórico, estimula a circulação de conhecimento e reforça o papel das instituições públicas na promoção da ciência como instrumento de desenvolvimento social e econômico. Para a cidade do Rio de Janeiro, o projeto também representa a requalificação de um espaço simbólico, integrando ciência e cultura em um ambiente aberto à comunidade.

Nesse contexto, a Fundação desempenha a gestão administrativa e financeira das obras. A atuação da Finatec envolve a condução dos processos licitatórios, a gestão dos recursos, o acompanhamento técnico das contratações e a garantia de conformidade normativa em todas as etapas do empreendimento. Para isso, foram mobilizadas equipes especializadas nas áreas de planejamento, engenharia, compras, jurídico e gestão de projetos, trabalhando de forma integrada com o SGB para assegurar eficiência, transparência e rigor técnico na execução das ações.  Esta matéria foi produzida com base em conteúdo originalmente publicado pelo Serviço Geológico do Brasil no especial sobre o Centro Científico e Cultural da Urca.

“Cuidoteca” – Cuidado e apoio à mães estudantes e servidoras para que continuem estudando e trabalhando com segurança

A Universidade de Brasília contará com um espaço voltado ao cuidado infantil no período noturno, atendendo uma demanda real dos estudantes e servidores que precisam conciliar a rotina acadêmica e profissional com o cuidado dos seus filhos.

O projeto é coordenado pela Professora Drª. Cláudia Regina Nunes dos Santos Renault, da Universidade de Brasília (UnB), e sistematizado pela Secretaria de Direitos Humanos da UnB (SDH – UnB). A Cuidoteca tem como objetivo oferecer acolhimento e cuidado aos filhos de estudantes e servidores, permitindo que mães, pais e responsáveis possam estudar e trabalhar com mais tranquilidade e segurança, sem a preocupação de onde ou com quem deixar as crianças.

A iniciativa conta com o apoio da Finatec, responsável pela gestão administrativa e financeira do projeto, e com financiamento do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Inicialmente, o foco está no turno noturno da Universidade de Brasília, onde a demanda se apresenta de forma mais urgente.

“O projeto da Cuidoteca surgiu a partir da necessidade identificada pelo coletivo de mães em dispor de um espaço noturno adequado para acolher suas crianças.” – explicou a coordenadora, Profª. Drª. Cláudia, ao comentar a origem da iniciativa.

A coordenadora também ressaltou que muitos estudantes acabam interrompendo os estudos, justamente por não terem um local adequado para deixar os seus filhos, uma vez que as creches, em sua maioria, funcionam apenas no período diurno e nem todos contam com uma rede de apoio. Essa realidade impacta negativamente o tempo de qualidade com as crianças, quanto o desempenho acadêmico e profissional de servidoras e estudantes.

Pensando em agilizar a implementação do projeto, foi realizada uma visita técnica do MDS ao PIJ, buscando um espaço que não exigisse obras. Com a aprovação para utilização do espaço, o projeto terá duração de 12 meses e capacidade para atender até 40 crianças, de 3 a 9 anos. O funcionamento será das 18h30 às 22h45, com lanche garantido e agentes responsáveis pelo cuidado das crianças durante todo o período em que estiverem no espaço.

Com a perspectiva de ampliar a projeção de atendimento nos próximos anos, a Cuidoteca poderá alcançar um número ainda maior de crianças, promovendo bem-estar e favorecendo a permanência de mães e servidoras na vida acadêmica e profissional, especialmente no período noturno, fortalecendo e expandindo a proposta.

Projeto VIVA desenvolve aplicativo para prevenção de crises suicidas com suporte da Finatec

Um aplicativo para o manejo e a prevenção de crises suicidas, com foco na identificação precoce de riscos e no acionamento ágil de redes de apoio. Essa é a ideia por trás do Projeto VIVA!

Coordenado pela professora Bárbara Bandeira, médica psiquiatra e pesquisadora com atuação na área de saúde mental, o Projeto VIVA é resultado da articulação entre prática clínica, pesquisa acadêmica e inovação tecnológica. Com experiência no atendimento a pacientes em crise suicida, a coordenadora parte da compreensão de que o comportamento suicida envolve diferentes níveis de gravidade, que vão desde pensamentos de morte até tentativas e o suicídio consumado. A proposta do aplicativo é justamente atuar antes que a tentativa ocorra. Segundo Bárbara, “o nosso aplicativo vai atuar na ideação suicida e no planejamento suicida, tentando prever e evitar as tentativas de suicídio”.

 A concepção do VIVA tem origem direta na prática clínica em saúde mental. Bárbara explica que, no atendimento psiquiátrico, é comum a construção conjunta de planos de segurança com pacientes e familiares como estratégia para lidar com momentos de crise. “Quando atendemos pacientes com comportamento suicida, nós traçamos juntos um plano de segurança, com medidas individuais, apoio de pessoas de confiança e ações mais urgentes quando o risco aumenta. O aplicativo vai facilitar isso, colocando esse plano na mão do paciente, com o celular”, afirma.

 Com base nessa experiência, o aplicativo contará com um fluxograma de estratificação de risco, capaz de identificar o nível em que o paciente se encontra no momento do acesso. A partir dessa avaliação, o sistema direciona o usuário para diferentes tipos de conduta, que podem incluir orientações para manejo da ansiedade e do sofrimento emocional, estímulo à busca de apoio em ambientes mais protegidos ou, em situações mais críticas, o acionamento imediato de pessoas previamente definidas como prioritárias. “A partir do fluxograma, ele vai ser direcionado para uma atuação que pode ir desde medidas individuais até medidas mais urgentes, com encaminhamento para contato com familiares e profissionais de saúde”, explica a coordenadora.

 Por se tratar de uma ferramenta que lida com conteúdo sensível, o uso do VIVA será restrito e condicionado à prescrição médica, não havendo livre acesso ao aplicativo. “Alguns pacientes específicos poderão usar, com critérios claros de inclusão e exclusão, para garantir a segurança de quem vai receber”, destaca Bárbara. O público-alvo inclui pacientes com determinados transtornos mentais e risco de comportamento suicida, sempre a partir de uma avaliação clínica criteriosa.

 Além da função principal de manejo de crises, o aplicativo prevê funcionalidades complementares, como o acompanhamento do humor e das emoções ao longo do tempo, conteúdos de psicoeducação voltados aos familiares, suporte à adesão ao tratamento medicamentoso e registros clínicos que podem auxiliar no acompanhamento profissional. A expectativa é que essas ferramentas contribuam para um cuidado mais contínuo e integrado. “A gente espera uma redução das tentativas de suicídio, com um recurso de fácil acesso, prescrito pelo médico e acompanhado ao longo do tempo”, ressalta a professora.

 Atualmente, o Projeto VIVA encontra-se em fase de desenvolvimento. A próxima etapa envolve o avanço do software e, posteriormente, a fase clínica, que inclui a realização de ensaio clínico e a aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa. “Primeiro estamos construindo o aplicativo e depois vamos para a fase clínica, que é mais complexa”, explica Bárbara. O desenvolvimento do VIVA envolve equipes da Faculdade de Medicina e da Faculdade de Ciências e Tecnologia em Engenharia da Universidade de Brasília (UnB), reforçando o caráter interdisciplinar da iniciativa.

 O Projeto VIVA contou com o suporte da Finatec na articulação institucional e na viabilização do financiamento, atuando como facilitadora na conexão entre a academia e as instâncias governamentais. “Foi um processo simples, sempre muito bem explicado, com orientação sobre tudo o que era necessário e apoio em cada etapa”, relata a coordenadora. Embora o projeto já estivesse em desenvolvimento, a atuação da Fundação foi determinante para acelerar sua execução e ampliar o engajamento da equipe. “Com o apoio financeiro por meio da emenda federal, o andamento é mais rápido e há mais empolgação, principalmente dos alunos que recebem bolsas e se envolvem diretamente no projeto”, afirma. Ela também ressalta a disponibilidade da equipe da Finatec para auxiliar inclusive em demandas que extrapolam suas atribuições formais, oferecendo orientação em trâmites institucionais e documentais.

 Em um mês que convida à reflexão sobre a saúde mental, o Projeto VIVA se apresenta como uma resposta concreta e responsável à necessidade de ampliar estratégias de cuidado preventivo, baseadas em evidências científicas, ética e sensibilidade humana. Mais do que uma solução tecnológica, a iniciativa representa um avanço no fortalecimento de redes de proteção e no compromisso institucional com a promoção da saúde mental e a valorização da vida.

Edital Inova SUS Digital (MS) – a Finatec ajuda você!

 Para pesquisadores, docentes e equipes técnicas vinculados ao IFB e HUB, a Fundação oferece apoio e orientação no processo de participação no Edital nº 1/2026 – Inova SUS Digital.

 O edital, recém-publicado pelo Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI/MS), representa uma oportunidade relevante para iniciativas voltadas à inovação em saúde digital, com abrangência nacional e foco no fortalecimento da transformação digital do Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito dos Programas SUS Digital e Agora Tem Especialistas.

 A chamada pública tem como objetivo identificar parceiros e soluções tecnológicas inovadoras voltadas à pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em saúde digital, visando à formação de um banco de propostas aptas para futuras parcerias institucionais com o Ministério da Saúde. Ressalta-se que o chamamento não implica repasse automático de recursos, não havendo valor financeiro previamente definido.

 Nesse processo, você pode contar com a Finatec para apoio na interpretação do edital, orientação sobre documentação e requisitos, organização das informações da proposta e acompanhamento das submissões, oferecendo mais segurança e alinhamento institucional ao processo.

 Podem participar instituições de ensino superior, instituições científicas e tecnológicas, entidades da Rede Federal, organizações sem fins lucrativos, empresas e startups que possuam soluções ou projetos em saúde digital.

 

Pesquisadores e equipes das instituições apoiadas pela Finatec que tenham interesse em submeter propostas com o apoio da Fundação devem entrar em contato com a área de Relacionamento e Negócios pelo e-mail negocios@finatec.org.br até 19/02/2026, prazo interno necessário para análise de aderência, organização da documentação e preparação da submissão institucional.

CiberLab participa do Global Cybersecurity Outlook 2026, relatório que orienta líderes globais em cibersegurança

O avanço acelerado das ameaças digitais e das fraudes cibernéticas voltou ao centro do debate global com o lançamento da edição 2026 do Global Cybersecurity Outlook, divulgado pelo World Economic Forum, a uma semana da reunião anual de Davos.

O documento aponta que os riscos cibernéticos tornaram-se cada vez mais sistêmicos. A rápida aceleração da inteligência artificial, a fragmentação geopolítica e o avanço das fraudes cibernéticas evoluem em um ritmo superior à capacidade de preparação das organizações.

Em 2025, as fraudes superaram o ransomware como principal risco percebido: 73% das empresas entrevistadas relataram ter sido diretamente afetadas, consolidando-se como a maior preocupação entre líderes e CEOs em todo o mundo.

O relatório também destaca a redução da confiança na prontidão nacional dos países e o aumento da exposição a riscos nas cadeias produtivas globais. Diante desse cenário, o compartilhamento de inteligência e o fortalecimento da cooperação entre os setores público e privado tornam-se fundamentais para a integridade e a resiliência do ambiente digital.

O CiberLab, hub de cibersegurança da Finatec em parceria com a Epicentor e Universidade de Brasília, mais uma vez teve a honra de contribuir para a elaboração deste importante trabalho.

Entregando esperança e solidariedade através da arrecadação do nosso Natal Solidário

A entrega das doações arrecadadas por meio da campanha Natal Solidário da Finatec aconteceu no dia 23 de dezembro. Essa ação social, que já virou uma tradição desde 2020, é realizada todos os anos com o mesmo propósito: ajudar quem precisa.


O Natal Solidário representa um gesto coletivo de cuidado, solidariedade e empatia. A campanha mobiliza os colaboradores em um movimento de união e carinho, como forma de retribuir o apoio que a Finatec recebe da sociedade, fortalecendo laços e levando esperança neste período tão especial do ano.
Graças ao empenho de todos os envolvidos, as doações foram organizadas e destinadas a duas instituições que desenvolvem um trabalho social essencial no Distrito Federal. A Casa Azul, que combate às desigualdades sociais, oferece apoio todos os dias e no turno oposto ao escolar, às crianças, jovens e famílias do DF e a instituição Lar Francisco de Assis, que tem como propósito, fortalecer o bem estar físico, emocional e social das pessoas idosas. Cada contribuição representou mais do que um item doado, simbolizou atenção, empatia e o compromisso com a sociedade.


A Coordenadora da instituição Casa Azul, Silvina agradeceu à Finatec pela doação, destacando que a contribuição chegou em um momento especialmente importante para a instituição, que enfrenta desafios financeiros. “Eu quero, em nome da Casa Azul, agradecer por essa doação feita pela Finatec. Ela chega em boa hora. A casa vem passando por várias dificuldades financeiras. Agora vamos suprir um pouco das necessidades que a gente tem, pra poder manter os nossos projetos e continuar atendendo mais de 950 crianças e famílias.” Ao finalizar, reforçou a gratidão a todos os envolvidos. “Muito obrigado a todos vocês. Que a gente possa sempre estar aí com essa parceria.”


Mais do que uma ação de fim de ano, o Natal Solidário reafirma valores que fazem parte da atuação da Finatec ao longo de todo o ano: responsabilidade social e compromisso com a comunidade. A iniciativa fortalece laços, desperta o senso de pertencimento e reforça a importância de compartilhar, especialmente em um período marcado pela esperança e pela renovação.

Sabores e Saberes: Uma celebração à ancestralidade, cultura e gastronomia dos terreiros

Aconteceu no dia 17 de dezembro, na Casa Niemeyer, localizada no Park Way, em Brasília (DF), o evento “Sabores e Saberes: Amostra Gastronômica de Comidas de Terreiro”. A iniciativa teve como objetivo dar visibilidade e valorizar a culinária de terreiro, reconhecendo como patrimônio cultural brasileiro, além de celebrar a ancestralidade, a identidade e os saberes tradicionais das comunidades de matriz africana.
O evento integra parceria formal entre a Universidade de Brasília (UnB) e a Fundação Cultural Palmares (FCP), firmada por meio de Termo de Execução Descentralizada (TED). Para garantir maior agilidade administrativa, financeira e operacional na execução das ações, a UnB contou com o apoio da Finatec, sua fundação de apoio, responsável pela gestão dos recursos e suporte operacional necessário à realização do evento.


A programação incluiu a seleção, por meio do Edital nº 05/2024: I Edição do Prêmio Sabores e Fazeres da Comida de Terreiro de Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, de 45 receitas oriundas de terreiros de diferentes regiões do país. As receitas selecionadas integraram a amostra gastronômica apresentada durante o evento, culminando em uma cerimônia de premiação. As comunidades contempladas receberam recursos financeiros e kits de cozinha industrial, iniciativa que visa fortalecer a sustentabilidade das ações comunitárias, além de estimular a geração de emprego e renda nos territórios tradicionais.


Durante a cerimônia, foi destacada a importância do reconhecimento institucional da gastronomia de terreiro como instrumento de preservação da memória, da cultura e da resistência dos povos de matriz africana. Em suas falas, as autoridades ressaltaram o compromisso das instituições públicas com a promoção da diversidade cultural e o enfrentamento das desigualdades históricas.


Estiveram presentes no evento Rozana Naves, Reitora da Universidade de Brasília; Ronaldo dos Santos, Secretário de Políticas para Quilombolas, Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana, Povos de Terreiros e Ciganos, do Ministério da Igualdade Racial; Mariana Braga, da Assessoria de Participação Social e Diversidade; Ya Sara Reis, do Ilê Asè Omilare Ova Sagba; Iyá Meire de Omolu, do Ilê Igi Omi Loba Àse T’Ogun; além de representante da Presidência da Fundação Cultural Palmares e do Embaixador Laudemar Gonçalves de Aguiar Neto.


Em suas falas, os participantes destacaram que iniciativas como o “Sabores e Saberes” reafirmam o papel das políticas públicas na valorização das culturas de matriz africana, no reconhecimento de seus saberes tradicionais e no fortalecimento das comunidades de terreiro como agentes fundamentais na construção da identidade cultural brasileira.

Discussão dos Caminhos da Inovação e Planejamento Estratégico – Incra Futuro

No dia 11 de dezembro, foi realizado, no Anfiteatro da Finatec, o evento Incra Futuro, que reuniu gestores, técnicos e pesquisadores para debater os caminhos da inovação e do planejamento estratégico que devem orientar, nos próximos anos, a atuação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A Finatec apoiou a realização do evento, disponibilizando o espaço para o seu acontecimento.


O evento, realizado em parceria entre o CEGAFI/UnB e o Incra, teve como foco a modernização da gestão institucional, buscando tornar a entrega de serviços mais eficiente e alinhada às demandas da agricultura familiar. O encontro destacou o papel da tecnologia, da inovação e do planejamento estratégico como instrumentos fundamentais para ampliar a agilidade dos processos, fortalecer as soluções voltadas ao campo e promover maior transparência nas ações do Instituto.


Foi um dia intenso, com muitas trocas, o que possibilitou o alinhamento de expectativas e o fortalecimento da cooperação entre as instituições envolvidas, reforçando o compromisso com uma gestão pública mais integrada, orientada por dados e voltada às reais necessidades do campo. 

58 ANOS DA FUNAI

A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) celebrou, no dia 18 de dezembro de 2025, seus 58 anos de atuação na defesa dos direitos dos povos indígenas no Brasil. A data marcou uma trajetória histórica de luta, resistência e proteção dos territórios e das culturas dos povos originários.

A Finatec participou da cerimônia comemorativa a convite da presidenta da Funai, Joenia Wapichana, reafirmando seu compromisso institucional com ações voltadas à justiça social, à inclusão e à valorização da diversidade. A presença da Fundação reforça a parceria estratégica mantida entre as instituições desde 2019, por meio de acordos de cooperação em regime de mútua colaboração.

As iniciativas conjuntas envolvem apoio aos processos de regularização fundiária e ao ordenamento territorial de terras indígenas, além do fortalecimento institucional para o avanço das ações de demarcação. A cooperação tem contribuído para a proteção territorial e para a garantia de direitos dos povos indígenas.

A celebração dos 58 anos da Funai destacou o papel da instituição na promoção de direitos, na proteção dos territórios indígenas e no desenvolvimento de soluções que ampliem a autonomia e a segurança dos povos indígenas no país.

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