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Pesquisa com foco na fadiga dos cabos de transmissão de energia beneficia consumidor final

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A medida provisória 851 de 2018, que autoriza a administração pública a firmar instrumentos de parceria e termos de execução de projetos de interesse público com organizações gestoras de fundos patrimoniais, abriu a possibilidade de transferir os recursos do setor elétrico para as universidades, com o objetivo de utilizar a expertise dos professores pesquisadores no desenvolvimento de tecnologias para as empresas.

O evento International Workshop on Fatigue and Vibration of Overhead Conductors, realizado na Finatec, reuniu os melhores especialistas na área da engenharia elétrica para discutir a projeção das linhas de transmissão com foco na durabilidade e confiabilidade dos fios transmissores de energia. De acordo com o professor Dr. José Alexander Araújo, chairman do evento, se o cabo é mais confiável você tem menos problemas associados ao não fornecimento de energia por causa de uma falha. “Há dois anos atrás tivemos dois grandes blackouts em território nacional. Isso é muito ruim para a imagem do Brasil. Imagina um país que não consegue nem transmitir energia direito. Interfere, inclusive, na captação de recursos externos. Esse tipo de pesquisa, portanto, traz segurança, competitividade para o setor, desenvolve novos produtos e novas patentes, oportunizando às universidades saírem do papel de produtoras de artigos, que ficam muitas vezes na prateleira, para a vida prática do cidadão brasileiro, já que ele ganha, na ponta da linha, uma energia confiável, pagando menos”- pontua, o professor.

De acordo com o docente, esses fundos foram criados para desenvolver o setor elétrico brasileiro. Todas as empresas do setor de energia, sejam elas transmissoras, geradoras ou distribuidoras são obrigadas por força de lei a aplicar o recurso de 1% de sua receita operacional em projetos de pesquisa de desenvolvimento e eficiência energética. Esses recursos possibilitaram uma interação entre as universidades, os laboratórios, o setor produtivo e as empresas da área, criando uma cultura de pesquisa.

O resultado social é uma tecnologia mais moderna, o desenvolvimento de novos aparelhos, novos métodos e linhas de transmissão que levam à redução de tarifas. “Estamos sendo mais competitivos e utilizando as tecnologias mais modernas para conseguirmos um sistema de transmissão de energia mais robusto e eficiente. Isso evita a ocorrência de blackout” – finaliza o professor Araújo.

Na abertura do evento estiveram presentes, Paulo Garcia, Diretor técnico da TBE, o professor Edson Paulo da Silva, Diretor Presidente da Finatec, a professora Maria Emília Machado Telles Walter, Decana de Pesquisa e Inovação da Universidade de Brasília, Fábio Stacke Silva, especialista em Regulação ANEEL, e o professor Márcio Muniz, Diretor da Faculdade de Tecnologia da UnB.
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