CIBERLAB integra esforço global no combate às fraudes cibernéticas
Publicada em 9 de dezembro de 2025
O World Economic Forum (WEF), por meio de sua iniciativa Partnership against Cybercrime, publicou em 2025 o relatório intitulado “Fighting Cyber‑Enabled Fraud: A Systemic Defence Approach”, documento que apresenta um modelo de defesa sistêmica contra fraudes cibernéticas e phishing, delineando um conjunto de práticas coordenadas para prevenção, proteção e mitigação de ataques digitais.
O relatório enfatiza que é necessário superar abordagens reativas e adotar uma estratégia conjunta entre setores público, privado e acadêmico, de forma upstream, isto é, integrando segurança desde o design das infraestruturas digitais.
No contexto desse esforço global, o CIBERLAB, hub de cibersegurança da Finatec desenvolvido em parceria com a Epicentor e com a Universidade de Brasília, ampliou sua contribuição por meio de expertise técnica e pesquisa aplicada voltadas à análise de vulnerabilidades digitais, modelagem de riscos e identificação de padrões de fraude. Essa participação fortalece a representação brasileira nas discussões internacionais sobre cibersegurança, evidenciando a capacidade institucional da Fundação de articular iniciativas de alto impacto e colaborar em ambientes de alta complexidade.
A relevância do projeto está diretamente associada ao contexto mundial de crescente sofisticação dos crimes cibernéticos. Conforme aponta o WEF, golpes digitais como phishing e fraudes habilitadas por tecnologia têm se intensificado com o uso de inteligência artificial, tornando as defesas tradicionais insuficientes e exigindo uma abordagem sistêmica e preventiva da segurança digital.
Com a implementação dessa abordagem, a Finatec reafirma seu compromisso institucional com a inovação, a pesquisa aplicada e a segurança digital, contribuindo para consolidar uma cultura de responsabilidade compartilhada frente aos riscos tecnológicos contemporâneos.
A integração do CIBERLAB à rede global da Partnership against Cybercrime representa, além de reconhecimento técnico, a oportunidade de aplicar e desenvolver conhecimentos no Brasil, fortalecendo capacidades locais de detecção, prevenção e resposta a ameaças cibernéticas com abrangência internacional.












