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Gestão transparente e planejamento marcam atuação da Finatec no Complexo Científico e Cultural da Urca

Publicada em 28 de novembro de 2025

Em um dos mais importantes projetos para o fortalecimento das geociências no Brasil, a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) tem se destacado pela gestão administrativa e financeira do futuro Complexo Científico e Cultural da Urca, no Rio de Janeiro. Atuando como fundação de apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB) e em parceria com a Petrobras, a Finatec trabalha para garantir a eficiência e a transparência na execução do projeto, que prevê a revitalização do Museu de Ciências da Terra e a construção do Centro de Referência em Geociências e da Litoteca da Urca.

Desde a assinatura dos termos de cooperação em maio de 2025, a fundação implementou um modelo de gestão focado no planejamento detalhado e na comunicação constante entre as equipes. Segundo o superintendente da Finatec, Gustavo Condeixa, o sucesso da iniciativa passa pela mobilização de um time dedicado e pela clareza nos processos. “Mobilizamos um time internamente, com analista gestor, comprador especialista e o envolvimento da assessoria jurídica, para atuar de forma dedicada ao projeto. Mantemos uma comunicação muito próxima e ágil com os coordenadores, com o intuito de manter a gestão de riscos muito próxima e transparente”, explica Condeixa.

O planejamento foi um pilar fundamental desde o início. “Os projetos foram planejados com muita atenção, então sabemos exatamente quais são as ações que precisam ser conduzidas em cada um deles”, detalha o superintendente. Essa etapa inicial, que envolve a elaboração e publicação dos editais, foi estabelecida de forma criteriosa para assegurar o bom andamento das fases seguintes.

Para garantir a máxima competitividade e transparência nas seleções públicas, a Finatec tem ido além das exigências legais. Além da divulgação no Diário Oficial e em veículos de grande circulação, a fundação buscou o apoio dos Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (CREAs) de quatro estados para ampliar o alcance dos editais. A condução dos processos é realizada de forma digital através de uma plataforma especializada, o que, segundo Condeixa, “garante a conformidade na realização das seleções públicas”.

Status do projeto

Atualmente, o projeto encontra-se na fase de seleção das empresas que executarão as obras e a fiscalização. Os editais para as três obras estruturantes – Centro de Referência em Geociências, Litoteca da Urca e revitalização do Museu de Ciências da Terra – já foram abertos e receberam propostas, que estão em fase de análise.

Contudo, as empresas responsáveis ainda não foram contratadas, o que impede o início efetivo das obras. Essa etapa é crucial para a definição do cronograma de execução. “É um pouco difícil falar do cronograma atualizado. Como a etapa inicial de mobilização e contratação ainda não foi superada, não podemos ter certeza absoluta de qual vai ser o prazo de execução das obras. Precisamos superar essa etapa para ter uma previsão mais clara”, pondera Gustavo Condeixa.

Apesar dos desafios inerentes a um projeto desta magnitude, o escopo original, firmado nos termos de cooperação, permanece inalterado. A expectativa é que, uma vez concluído, o complexo se torne um farol de conhecimento, inovação e cultura, consolidando a Urca como um polo de excelência para o Rio de Janeiro e para o Brasil.

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