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Outras informações

Veículos Vistoriados

Em atendimento ao Código Brasileiro de Trânsito, o Centro de Ensino e Pesquisa em Segurança Veicular da Finatec realiza vistorias nos seguintes veículos: reboques de fabricação própria, veículos de passeio, caminhões e ônibus transformados ou sinistrados.

Reboques de fabricação própria
O CONTRAN autoriza cada pessoa física a fabricar até três veículos de produção artesanal por ano. Dentre os veículos de produção artesanal, os mais comuns são os reboques leves, de Peso Bruto Total (PBT) até 500 Kgf, e os triciclos. Para reboques de PBT com até 500 Kgf, não há necessidade de instalar sistema de freio. O reboque pode ter apenas um eixo, podendo ser automotivo ou construído a partir de tubos ou perfis.

Caso alguma empresa tenha interesse em produzir reboques comercialmente, a Finatec também  homologa o fabricante. A partir disso, os reboques produzidos já possuirão número de chassis, podendo ser encaminhados diretamente ao emplacamento. Para a realização dos testes, o reboque deve estar limpo, com pneus calibrados e com a documentação exigida.

Neste tipo de vistoria, serão necessários o Comprovante de Tara (Peso do reboque vazio), a nota fiscal dos principais componentes: rodas, rolamentos, amortecedores, sistema de iluminação, sistema de freio (PBT acima de 500Kgf) e o encaminhamento do DETRAN (original e cópia).
Serão vistoriados no reboque os seguintes itens:

  • Carroçaria – material e fixações ao chassi.
  • Chassi – estrutura das soldas da parte inferior e a fixação geral das chapas. A Finatec recomenda o uso de solda MIG.
  • Engate – do tipo esférico de 50mm. Somente serão aceitos engates automáticos (Tromar, Karhmann-Ghia ou similares).
  • Lança - Analisam-se as soldas e o alinhamento da lança. A última deve ser reforçada por um cambão que vai, no mínimo, da ponta do engate até a travessa mais próxima do eixo. Deve-se evitar soldar a lança na primeira travessa, no local indicado pelo "x", conforme demonstra a figura.
  • Corrente de segurança - Devem existir elos de aço soldados nas laterais do engate e da lança pelos quais deve passar uma corrente de segurança de pelo menos 6 mm de espessura para manter o reboque solidário ao veículo tracionador,  em caso de falha do engate de acoplamento.
  • Pára-choque - Deve ser zebrado em amarelo e preto, com faixas de 4 cm inclinadas a 45º. As dimensões da altura do pára-choque em relação ao solo são mostradas na ilustração. Deve-se atentar para sua altura, espessura da chapa utilizada em sua construção (3 mm no mínimo) e para a largura da sua travessa (70 mm no mínimo). Outro aspecto relevante é que nenhum dispositivo de sinalização pode ser fixado sobre a superfície do pára-choque.
  • Suspensão - A suspensão deve conter dispositivos de segurança como contra-porca, porca auto-travante ou arruela de pressão em seus grampos e parafusos de fixação. Deve conter também amortecedores e ser compatível com o peso bruto total (PBT) do reboque. Haverá um ensaio com carga para que a suspensão seja devidamente testada.
  • Sistema elétrico e iluminação – O reboque deve conter lanternas de posição (farolete), lanternas de direção (setas) e olho de gato vermelho, na traseira, e amarelo, na lateral. No caso de reboques acima de três metros são necessárias lanternas laterais amarela ou âmbar.
  • Rodas e Pneus - São exigidos pneus em bom estado de conservação (novos ou semi-novos) e rodas novas, da mesma série e aro. Os pneus não podem ser diferentes.
  • Eixo e seus componentes - O eixo não pode ser emendado, devendo ser compatível com o peso bruto total do reboque.
  • Sistema de freio - O dispositivo de freio é obrigatório nos reboques com PBT acima de 500Kgf e este deverá ser independente do sistema de freios do veículo tracionador, podendo ser do tipo inercial em reboques de PBT até 2.000 Kgf.

    O reboque é aprovado se todos os itens estiverem em perfeito estado de funcionamento e segurança. Caso haja alguma não-conformidade, o reboque retorna à FINATEC para que uma nova vistoria seja realizada. Comprovadas as suas correções, o proprietário poderá receber o Certificado de Segurança Veicular.

Caminhões e ônibus transformados ou sinistrados

Para a realização da inspeção de segurança veicular é necessário que o proprietário traga o encaminhamento do DETRAN (original e cópia), a cópia e o original do RG, CPF e comprovante de residência do proprietário, no caso de pessoa física, e CGC, no caso de pessoa jurídica. Também é necessária a apresentação do comprovante de pagamento da taxa de inspeção, além dos originais e cópias das notas fiscais dos principais componentes de transformação e recuperação do veículo.

O veículo deverá ser levado ao local de inspeção limpo, sem nenhum objeto pessoal em seu interior, desprovido de qualquer carga, com o seu motor em ordem de marcha, seu freio de mão em bom estado de funcionamento e seus bancos bem fixados.

Na inspeção serão vistoriados os seguintes itens:

  • Carroçaria e chassi – estrutura geral, fixação, lataria, estado de corrosão e amassados.
  • Suspensão – estado geral e elementos de fixação e amortecimento;
  • Motor e transmissão – avaliação das condições gerais de funcionamento, presença de vazamentos, estado da caixa de transmissão e engrenamento e o nível de emissão de poluentes (veículos transformados ou com motor a diesel);
  • Direção - dirigibilidade do veículo e presença de folgas.
  • Freio de serviço e de estacionamento - Serão realizados testes de frenagem.
  • Parte elétrica - A bateria do veículo deve estar bem fixada, com os cabos de condução em perfeito estado de conservação, com a proteção contra-curto-circuito. Dentre outros componentes do sistema, são ainda verificados o alternador, gerador e motor de arranque.
  • Iluminação - funcionamento do sistema de luzes do veículo, e sua conformidade com a legislação em vigência.
  • Eixos e seus componentes – O eixo não pode ser emendado, devendo ser compatível com o peso bruto total do caminhão ou ônibus.
  • Rodas e pneus - Serão exigidos pneus e rodas em bom estado de conservação. Os pneus não podem ser diferentes.
  • Equipamentos de segurança - No veículo devem constar: extintor de incêndio, cintos de segurança, triângulo, chave de roda, macaco, estepe, além dos itens específicos de cada transformação.

Os veículos devem estar com suas dimensões de acordo com a Resolução 012/98 e Artigo 99 do C.T.B., que estabelece as seguintes dimensões para veículos com ou sem carga:

  • Largura Máxima: 2,60 m;
  • Altura Máxima: 4,40m;
  • Comprimento Máximo: 13,20 m (veículos simples), 18,15 m (veículos articulados) e 19,80m (veículos com reboque);
  • Balanço Traseiro (Distância: Última Roda até o Final do Caminhão): Caminhões:60% do Entre-Eixos até 3,50m; Ônibus: 62 % do Entre-Eixos (motor traseiro), 66 % do Entre-Eixos (motor central) e 71 % do Entre-Eixos (Motor Dianteiro).

O veículo só é aprovado se tiver todos os itens acima em perfeito estado de funcionamento. Caso haja alguma não-conformidade, a situação será considerada pendente e a correção deve ser comprovada posteriormente numa revistoria para que o laudo seja expedido.

Caso o veículo não apresente irregularidades, ou após comprovada a realização das correções necessárias, serão expedidos o relatório de segurança veicular e o certificado de segurança veicular.

Veículos transformados ou sinistrados
Para a realização da inspeção de segurança veicular é necessário que o proprietário traga o encaminhamento do DETRAN (original e cópia), a cópia e o original do RG, CPF e comprovante de residência do proprietário, no caso de pessoa física, e CGC, no caso de pessoa jurídica. Também é necessário a apresentação do comprovante de pagamento da taxa de inspeção, a cópia e o original do DUT, o comprovante de tara (peso do veículo vazio), além dos originais e cópias das notas fiscais dos principais componentes de transformação e recuperação do veículo.

O veículo deverá ser levado ao local de inspeção limpo, sem nenhum objeto pessoal em seu interior, desprovido de qualquer carga, com o seu motor em ordem de marcha, seu freio de mão em bom estado de funcionamento e seus bancos bem fixados.
Na inspeção serão vistoriados os seguintes itens:

  • Carroçaria e chassi – estrutura geral, fixação, lataria, estado de corrosão e amassados.
  • Suspensão – estado geral e elementos de fixação e amortecimento;
  • Motor e transmissão – avaliação das condições gerais de funcionamento, presença de vazamentos, estado da caixa de transmissão e engrenamento e o nível de emissão de poluentes (veículos transformados ou com motor a diesel);
  • Direção - dirigibilidade do veículo e presença de folgas.
  • Freio de serviço e de estacionamento - Serão realizados testes de frenagem.
  • Parte elétrica - A bateria do veículo deve estar bem fixada, com os cabos de condução em perfeito estado de conservação, com a proteção contra-curto-circuito. Dentre outros componentes do sistema, são ainda verificados o alternador, gerador e motor de arranque.
  • Iluminação - funcionamento do sistema de luzes do veículo, e sua conformidade com a legislação em vigência.
  • Eixos e seus componentes – O eixo não pode ser emendado, devendo ser compatível com o peso bruto total do caminhão ou ônibus.
  • Rodas e pneus - Serão exigidos pneus e rodas em bom estado de conservação. Os pneus não podem ser diferentes.
  • Equipamentos de segurança - No veículo devem constar: extintor de incêndio, cintos de segurança, triângulo, chave de roda, macaco, estepe, além dos itens específicos de cada transformação.

O veículo só é aprovado se tiver todos os itens acima em perfeito estado de funcionamento. Caso haja alguma não-conformidade, a situação será considerada pendente e a correção deve ser comprovada posteriormente numa revistoria para que o laudo seja expedido.
Caso o veículo não apresente irregularidades, ou após comprovada a realização das correções necessárias, serão expedidos o relatório de segurança veicular e o certificado de segurança veicular.

Documentação
Os documentos necessários para realização da Inspeção Obrigatória são:

  • Cópia dos documentos pessoais do proprietário (RG, CPF e comprovante de residência);
  • Cópia dos documentos do veículo (DUT frente e verso e CRLV);
  • Cópia das notas fiscais referentes às peças utilizadas na fabricação, transformação e recuperação dos veículos;

 Encaminhamento do DETRAN.
O pagamento da taxa deverá ser feito no ato da inspeção.O veículo a ser inspecionado deverá estar limpo (carroceria, lataria, compartimento do motor e chassi) e com os pneus calibrados.Os documentos necessários para realização da Inspeção Particular são:

  • Cópia dos documentos pessoais do proprietário (RG, CPF e comprovante de residência);
  • Cópia dos documentos do veículo (DUT frente e verso).

 

ENDEREÇOS:

  • DSV Brasília - Campus Universitário Darcy Ribeiro, Av. L3 Norte, Ed. Finatec – Asa Norte, Brasília – DF
    Telefone de contato: 61-3348-0434
    e-mail: This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it.

A inspeção veicular e você

Finatec - Linha de inspeçãoFinatec - Linha de inspeção Finatec - Linha de inspeçãoFinatec - Linha de inspeção

A venda de veículos usados está em alta no Brasil. A cada dia milhares de veículos são comercializados no país e/ou trocados por carros novos. A compra de um usado exige certos cuidados com a documentação, com a procedência e com o estado geral do veículo.

É importante saber, por exemplo, se o auto em questão já se envolveu em um acidente e sofreu modificações estruturais O cidadão comum, na maioria das vezes, não está preparado para avaliar tecnicamente o veículo que está comprando.

Do outro lado, para quem está vendendo, o preço justo nem sempre é alcançado. O proprietário de um carro de boa procedência, bem conservado e com a mecânica em dia, se empenha para conseguir um preço melhor em meio a uma forte oferta de veículos usados.

O que fazer para não entrar num péssimo negócio na compra de um carro usado ou perder dinheiro na venda de um veículo bem conservado? A resposta a esta pergunta está no Centro de Ensino e Pesquisa em Segurança Veicular da Finatec

Faça uma inspeção do seu veículo no Centro de Ensino e Pesquisa em Segurança Veicular da Finatec e tenha conhecimento das reais condições da máquina que pretende vender ou adquirir. E tenha em mãos um laudo técnico de um centro credenciado pelo INMETRO.

A Inspeção de Veículos Usados avalia - entre outros componentes - motor e transmissão, sistemas de alimentação e exaustão, parte elétrica e iluminação carroceria e chassi, portas, vidros e trincos, painel de controle, estrutura, suspensão e freios, eixos e seus componentes, rodas e pneus.

 

ENDEREÇOS:

  • DSV Brasília - Campus Universitário Darcy Ribeiro, Av. L3 Norte, Ed. Finatec – Asa Norte, Brasília – DF
    Telefone de contato: 61-3348-0434
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Certificado de Segurança Veicular

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O Código de Trânsito Brasileiro prevê a apresentação do Certificado de Segurança Veicular para obtenção de registro e licenciamento, junto ao Detran, de veículos automotores modificados, recuperados de sinistros, fabricados artesanalmente ou aqueles em que foram realizadas substituições de equipamentos de segurança especificados pelo fabricante.

O Certificado de Segurança Veicular pode ser emitido apenas por organismos de inspeção da área de segurança veicular credenciados pelo INMETRO, e treinados para inspecionar e avaliar:

  • Alterações de características veiculares como: alteração de potência, combustível, carroceria e estrutura;
  • Veículos recuperados de sinistro que sofreram colisão ou furto;
  •  Reboques e semi-reboques leves de fabricação própria;
  • Veículos fabricados artesanalmente como triciclos e motocicletas;
  • Empresas fabricantes e transformadoras de veículos como as que fabricam reboques e transformam carrocerias.

Além das atividades desenvolvidas sob o credenciamento do INMETRO, o Centro de Ensino e Pesquisa de Segurança Veicular da Finatec está capacitado para executar os seguintes serviços:

  • Inspeção de Veículos Usados, que avalia carroceria e chassi, portas, vidros e trincos, painel de controle, suspensão e freios, motor e transmissão, sistemas de alimentação e exaustão, parte elétrica e iluminação, eixos e seus componentes, rodas e pneus.
  •  Execução de perícias técnicas em componentes estruturais, sistemas de transmissão e motores para atender demandas da Justiça ou de particulares.
  • Análise da qualidade de placas de veículos e capacidade técnica de selos de fabricantes em atendimento à exigência do Detran – DF.

 

ENDEREÇOS:

  • DSV Brasília - Campus Universitário Darcy Ribeiro, Av. L3 Norte, Ed. Finatec – Asa Norte, Brasília – DF
    Telefone de contato: 61-3348-0434
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CAT

CAT – CERTIFICADO DE ADEQUAÇÃO À LEGISLAÇÃO DE TRÂNSITO

As leis de trânsito brasileiras que dispõe sobre a concessão de código de marca/modelo/versão para veículos determinam que todos os veículos fabricados, montados e encarroçados, nacionais ou importados, devem possuir código de marca/ modelo/versão específico, o qual deve ser concedido conjuntamente à emissão, pelo Órgão Máximo Executivo de Trânsito da União, do Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito - CAT.

A Finatec também elabora o processo de obtenção do CAT para importador independente ou oficial. É um procedimento obrigatório no processo de importação de automóveis, motocicletas e implementos rodoviários. Sem esse certificado, o veículo não poderá ser emplacado no Brasil.  Veja o que diz a Resolução nº 291, de 29 de agosto de 2008:

O CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO - CONTRAN, usando da competência que lhe confere o art. 12, inciso I, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro - CTB, e conforme Decreto n° 4.711, de 29 de maio de 2003, que trata da coordenação do Sistema Nacional de Trânsito, resolve:

Art. 1º Todos os veículos fabricados, montados e encarroçados, nacionais ou importados, devem possuir código de marca/ modelo/versão específico, o qual deve ser concedido conjuntamente à emissão, pelo Órgão Máximo Executivo de Trânsito da União, do Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito - CAT.

Parágrafo Único: Ao requerer a concessão do código específico de marca/modelo/versão e emissão do Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito - CAT o interessado deve:

I - Respeitar as classificações de veículos previstas na Tabela constante no Anexo I desta Resolução

II - Atender aos procedimentos estabelecidos, mediante Portaria, pelo Órgão Máximo Executivo de Trânsito da União

Art. 2º As transformações previstas no Anexo II desta Resolução acarretam para o interessado a obrigatoriedade de obtenção de código de marca/modelo/versão específico, conforme previsto no Art. 1º.

§ 1º O proprietário de veículo já registrado, que vier a sofrer as transformações previstas no ANEXO II desta Resolução, deverá solicitar prévia autorização à Autoridade Executiva de Trânsito da Unidade da Federação onde o mesmo estiver cadastrado e, após a transformação, encaminhar ao DETRAN cópia autenticada do CAT, nota fiscal da transformação e Certificado de Segurança Veicular emitido por Instituição Técnica licenciada pelo DENATRAN - documentos estes que devem fazer parte do prontuário do veículo devendo ter seus dados devidamente alterados no cadastro estadual, com a nova marca/modelo/versão na Base Índice Nacional.

§ 2º O número do Certificado de Segurança Veicular - CSV, quando se tratar de transformação de veículo já registrado, deve constar no campo das observações do Certificado de Registro de Veículos - CRV e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos - CRLV, e as modificações devem ser registradas nos campos específicos e, quando estes não existirem, no campo das observações do CRV/CRLV.

§3º A ausência de autorização prévia da Autoridade Executiva de Trânsito da Unidade da Federação, prevista no § 1º, implica na aplicação da penalidade e medida administrativa prevista no inciso VII do Art. 230, do Código de Trânsito Brasileiro.

Art. 3º Os veículos que vierem a ser pré-cadastrados, cadastrados ou que efetuarem as transformações previstas no Anexo II desta Resolução, devem ser classificados conforme a tabela constante no Anexo I desta Resolução.

§ 1º Aplica-se aos veículos inacabados apenas o pré-cadastro.

§ 2º Os veículos já registrados devem ter seus cadastros adequados à classificação prevista no Anexo I desta Resolução, sempre que houver emissão de novo CRV.

Art. 4º O órgão máximo executivo de trânsito da União - DENATRAN poderá mediante estudos técnicos elaborados pela Coordenação Geral Infra-Estrutura de Trânsito alterar a tabela constante dos Anexos.

Art. 5° Em caso de complementação de veículo inacabado tipo caminhão, com carroçaria aberta ou fechada, os órgãos executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal devem registrar no Certificado de Registro de Veículos - CRV e Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos - CRLV, o comprimento da carroçaria, o qual também deverá ser discriminado na nota fiscal.

Art. 6° Para emplacar os veículos que possuem equipamento veicular, os órgãos executivos de trânsito dos Estados e do Distrito Federal devem exigir a apresentação dos seguintes documentos, relativos ao equipamento:

I - veículo inacabado com equipamento veicular novo ou usado, fabricado após a entrada em vigor da Portaria n.º 27 do DENATRAN, de 07 de maio de 2002.

a) Nota Fisca
b) cópia autenticada do Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito - CAT - Portaria nº 27 do DENATRAN, de 07 de maio de 2002.

II - veículo inacabado com equipamento veicular usado, fabricado antes da entrada em vigor da Portaria n.º 27 do DENATRAN, de 07 de maio de 2002.

a) CSV
b) comprovação da procedência, através de nota fiscal original de venda ou mediante declaração do proprietário, responsabilizando-se civil e criminalmente pela procedência lícita do equipamento veicular.

Art. 7º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogada a Resolução nº 261/07 - CONTRAN.

 

ENDEREÇOS:

  • DSV Brasília - Campus Universitário Darcy Ribeiro, Av. L3 Norte, Ed. Finatec – Asa Norte, Brasília – DF
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O que é

Finatec - Linha de inspeçãoFinatec - Linha de inspeção Finatec - Linha de inspeçãoFinatec - Linha de inspeção

São inspeções realizadas em linhas automatizadas de alta tecnologia que permite um diagnóstico preciso e completo das reais condições de funcionamento e segurança do veículo.

A inspeção veicular visa identificar irregularidades nos veículos em uso. Entre elas, as falhas de manutenção e/ou alterações do projeto original ou até aquelas que provoquem aumento na emissão de poluentes.

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, no Art. 98, nenhum proprietário ou responsável poderá, sem prévia autorização do órgão de trânsito, fazer ou ordenar que sejam feitas no veículo modificações de suas características de fábrica.

O Centro de Ensino e Pesquisa em Segurança Veicular – CEPSV – administrado pela Finatec - é credenciado no INMETRO como organismo de inspeção na área de segurança veicular.

O CEPSV conta com equipe altamente qualificada e freqüentemente treinada para colaborar no desenvolvimento de pesquisa em parceria com o Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Brasília.
Além das pesquisas, o CEPSV ministra treinamentos e presta serviços à comunidade, avaliando e emitindo certificados, laudos técnicos e perícias na área de Segurança Veicular.

CSV - CERTIFICADO DE SEGURANÇA VEICULAR
O Código de Trânsito Brasileiro prevê a apresentação do Certificado de Segurança Veicular para obtenção de registro e licenciamento, junto ao Detran, de veículos automotores modificados, recuperados de sinistros, fabricados artesanalmente ou aqueles em que foram realizadas substituições de equipamentos de segurança especificados pelo fabricante. (Leia mais)

CAT – Certificado de Adequação a Legislação de Trânsito
A Finatec também elabora o processo de obtenção do CAT para importador independente ou oficial. É um procedimento obrigatório no processo de importação de automóveis, motocicletas e implementos rodoviários. Sem esse certificado, o veículo não poderá ser emplacado no Brasil. (Leia mais)

A INSPEÇÃO VEICULAR E VOCÊ
Faça uma inspeção no Centro de Ensino e Pesquisa em Segurança Veicular da Finatec e tenha conhecimento das reais condições do seu veículo ou do que pretende adquirir.

A Inspeção de Veículos Usados avalia motor e transmissão, sistemas de alimentação e exaustão, parte elétrica e iluminação carroceria e chassi, portas, vidros e trincos, painel de controle, suspensão e freios, eixos e seus componentes, rodas e pneus. (Leia mais).

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